6 anos após 'Covid Crash', bitcoin acumula alta de 1.700%
Nesta quinta-feira, 12, o dia que ficou conhecido como "Covid Crash" completa seis anos. Em 12 de março de 2020, os mercados financeiros eram abalados com a notícia de que o mundo estava em uma pandemia do coronavírus. O bitcoin, classificado como ativo altamente volátil, despencou quase 50% em um dia.
Naquele dia, a primeira e maior criptomoeda do mundo caiu para US$ 4.644, segundo dados da corretora cripto Coinbase. No dia seguinte o ativo aprofundou a queda para US$ 3.858.
Os valores são muito diferentes das cotações do bitcoin que se vê hoje em dia. Acumulando uma queda de quase 50% desde sua máxima histórica de 2025, a criptomoeda é cotada a aproximadamente US$ 70 mil, uma alta de 1.724% desde a mínima de 13 de março de 2020, patamar de preço para o qual o bitcoin nunca mais voltou em quedas seguintes.
Gráfico mostra a queda do bitcoin no "Covid Crash" em destaque frente a outros movimentos da criptomoeda (TradingView/Reprodução)
"Em um dia como hoje, há 6 anos, o bitcoin viveu uma das maiores quedas da história, despencando mais de 40% no auge do pânico global da pandemia. Na época, parecia o fim”, disse Matheus Parizotto, analista chefe de research da Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual.
"Mas o que veio depois foi o oposto: o bitcoin se recuperou, fez novas máximas históricas e consolidou sua relevância como ativo global. Hoje, mesmo com o preço cerca de 50% abaixo do topo, a lição é a mesma: em cripto, volatilidade faz parte do caminho. E quem tem horizonte longo costuma enxergar essas quedas como oportunidade", acrescentou o especialista.
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