Adriane Galisteu revela real motivo de ter aceitado produzir documentário sobre Ayrton Senna

Por Juliana Gardesani 2 de Abril de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Adriane Galisteu revela real motivo de ter aceitado produzir documentário sobre Ayrton Senna

Adriane Galisteu, que tem 52 anos, viveu um relacionamento com o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna por aproximadamente um ano e meio, e estava noiva dele quando ele faleceu em 1994. Em uma conversa emocionante no programa Provoca, da TV Cultura, a apresentadora relembrou seu vínculo com o tricampeão de Fórmula 1 e explicou o que a levou a aceitar o desafio de produzir um documentário sobre ele.

“Eu preciso agradecer ao meu marido, que foi o maior incentivador dessa ideia. O que vivi com o Ayrton, apesar da tragédia que marcou o fim da nossa relação, foi algo muito especial. Ele mostrava um lado dele que poucas pessoas conheciam. Eu queria mostrar que o Ayrton, o homem, tinha uma dimensão tão grandiosa quanto a de um tricampeão mundial“, revelou a modelo.

Revelações

O romance entre Adriane e Senna, que foi um dos marcos da sua vida pessoal, também apareceu na série documental sobre a apresentadora. No ano passado, a série Senna, da Netflix, não abordou o papel de Galisteu na vida do piloto, apesar de eles estarem juntos há mais de um ano e estarem prestes a se casar quando Senna faleceu. “Nunca pensei em contar essa história, mas depois comecei a pensar nisso por causa do pedido do público. Essa vontade veio do público, foi uma pressão externa. Foi uma coisa surpreendente. E uma coisa que posso garantir é que o documentário está incrível, é verdadeiro, emocionante e logo vai chegar”, disse.

Durante a série, Adriane relembrou o triste velório de Senna, após o acidente fatal no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, na Itália, em 1994. Na época, sua postura distante do caixão e a falta de interação com a família do piloto foram amplamente comentadas pela mídia.

“Essas percepções todas vieram de fora para dentro. Eu não senti isso enquanto estava vivendo aquele momento. Eu estava ali, lidando com a minha própria dor. Não estava preocupada com o que estavam pensando de mim, nem com a postura de ninguém. A dor era tão grande que eu fui sendo carregada por ela. Lembro de ter sempre alguém ao meu lado, como o Braga, a Luiza, a Betise (assessora de imprensa de Senna)… Encontrei conforto em pessoas próximas. Então, o que os outros perceberam de mim, eu não percebi na hora, por conta da dor e da imaturidade daquele momento. Só fui entender o que estava acontecendo quando vi aquelas imagens nas revistas. E aí, olhando com o mesmo olhar de todos, pensei: ‘Realmente, foi uma cena difícil e triste’. Mas nada poderia ser mais triste do que a situação em si, a morte do Senna”, explicou, com emoção.

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