Aguinaldo Silva fala demais e revela um dos finais de ‘Três Graças’: ‘Claro que sim’

Por Guilherme Rodrigues 4 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Aguinaldo Silva fala demais e revela um dos finais de ‘Três Graças’: ‘Claro que sim’

Neste domingo (3), aconteceram as últimas gravações de Três Graças, novela das 21h da TV Globo de Aguinaldo Silva que exibirá o último capítulo no dia 15 de maio. O autor do folhetim esteve nos bastidores da obra e fez questão de postar algumas fotos no Instagram.

Em um dos registros, o novelista aparece com Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky, que na história vivem as personagens Lorena e Juquinha, o casal que ficou conhecido na web como loquinha. O escritor aproveitou para soltar um spoiler sobre o final das duas.

“Eu e o casal loquinha, de Três Graças. Se elas serão felizes para sempre? Mas é claro que sim, gente!”, garantiu Aguinaldo. “Sim! Que honra, Aguinaldo! Que jornada linda”, comentou Alanis. “Viva Aguinaldo! Viva loquinha!”, desejou Gabriela.

COMENTÁRIOS

“Obrigada por escrever essa história linda e sensível entre duas mulheres, loquinha nunca será esquecido. Elas ficaram marcadas na história da teledramaturgia”, agradeceu uma fã. “Elas deram um exemplo para o mundo ver que amor é respeito”, apontou outro.

“Obrigada por elas, Aguinaldo. Foi incrível o começo de tudo, o desenvolvimento até quase o finalzinho. Tivemos muitas conquistas com elas. Existirá um antes e depois delas. Tenho certeza. Grata pela abertura para essa história inédita na TV aberta”, falou uma terceira.

Um post compartilhado por Aguinaldo Silva (@aguinaldofsilva)

Entrevistado pela Contigo!, Aguinaldo Silva revelou a inspiração para escrever Três Graças. “Eu busco homenagear essas mulheres, que são pessoas anônimas, que cruzamos na rua, no metrô, no ônibus, saindo muito cedo para trabalhar. A gente conhece muito pouco da vida delas, mas são muito humanas, trabalhadoras”, disse o novelista.

“Queria fazer um retrato dessas mulheres urbanas. Minhas novelas sempre são sobre mulheres: protagonistas e vilãs. É um universo em que transito bem. Como observador da vida, presto muita atenção nessas pessoas. Elas merecem que a gente conte a história delas”, apontou o profissional.

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