Aos 30, ele tinha dinheiro e sucesso, mas mudou a estratégia para construir riqueza real
Aos 30 anos, Sahil Bloom já havia atingido marcos que simbolizam sucesso financeiro. Carreira sólida, investimentos ativos e patrimônio crescente. Ainda assim, sentia-se infeliz. A percepção de que acumular ativos não significava, necessariamente, construir prosperidade sustentável o levou a revisar completamente sua estratégia de gestão de capital pessoal.
Após três anos estudando dinheiro e riqueza, Bloom estruturou 25 regras financeiras que passaram a orientar sua tomada de decisão. Para o público de finanças corporativas, seus princípios dialogam diretamente com temas como alocação eficiente de capital, controle de risco, governança financeira e retorno ajustado ao ciclo de vida. As informações foram retiradas de artigo publicado na CNBC Make It.
Não importa a área, o domínio das finanças corporativas é essencial para todos – e esse treinamento vai ensinar como dominar essa habilidade por apenas R$ 37
Renda como principal vetor de crescimento patrimonial
Um dos pontos centrais de sua filosofia é tratar a renda como maior alavanca estratégica. Bloom argumenta que o retorno obtido ao desenvolver habilidades, ampliar escopo de atuação e assumir funções de maior impacto supera diferenças marginais de rentabilidade entre ativos financeiros.
Sob a ótica corporativa, trata-se de priorizar investimentos em capital humano. Em vez de concentrar energia na diferença entre retornos anuais de mercado, o foco deve estar na capacidade de gerar fluxo de caixa crescente ao longo do tempo.
Ele defende que investimentos em formação, saúde, rede de contatos e desenvolvimento pessoal devem ser considerados aportes estratégicos, não despesas operacionais.
Proteção de capital e disciplina operacional
Bloom sustenta que evitar erros financeiros pode ser mais relevante do que buscar ganhos extraordinários. Compras impulsivas, dívidas desnecessárias e decisões emocionais corroem patrimônio de forma silenciosa.
Entre suas diretrizes estão viver abaixo das próprias possibilidades, manter uma reserva de emergência equivalente a 12 meses de despesas e adotar uma regra de 24 horas para compras não essenciais acima de determinado valor. A proposta é preservar liquidez e reduzir riscos comportamentais.
A dívida, segundo ele, deve ser usada como instrumento estratégico e não como mecanismo para sustentar padrão de vida incompatível com a renda. Sua regra prática é não financiar um bem de luxo caso não seja possível adquiri-lo duas vezes à vista.
Transforme sua carreira: participe do pré-MBA em Finanças Corporativa e destaque-se no mercado com apenas R$ 37. Inscreva-se aqui.
Estratégia de alocação com assimetria controlada
Na construção de portfólio, Bloom adota abordagem semelhante ao modelo barbell. A maior parte do capital permanece em ativos seguros e previsíveis, como fundos indexados, renda fixa e caixa. Uma parcela menor é direcionada a ativos de alto risco e alto potencial de retorno.
A lógica é equilibrar estabilidade com exposição a oportunidades assimétricas, mantendo a integridade do patrimônio mesmo em cenários adversos.
Ele também destaca que retorno não deve ser medido apenas financeiramente. Em fases iniciais da carreira, realizou investimentos que ampliaram acesso e aprendizado, ainda que o retorno monetário fosse incerto. Trata-se de avaliar retorno estratégico, não apenas contábil.
Governança financeira e simplificação
Outro princípio central é a simplificação. Contas dispersas, investimentos pouco compreendidos e despesas recorrentes ignoradas reduzem eficiência financeira. Bloom recomenda consolidar estruturas, automatizar pagamentos e realizar auditorias trimestrais para eliminar desperdícios.
A disciplina operacional libera capacidade decisória para temas estruturais, como expansão de renda e posicionamento estratégico de ativos.
Ele também reforça a importância de alinhamento financeiro em relações pessoais. Problemas raramente surgem da matemática, mas da falta de convergência de prioridades. Revisões periódicas criam transparência e direção comum.
Esse curso ensina como gerenciar as finanças corporativas
Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.
Foi de olho nisso que EXAME e Saint Paul decidiram liberar (com exclusividade e por tempo limitado) mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.
O treinamento é voltado para quem deseja aprimorar a gestão financeira e se destacar num mercado cada vez mais competitivo. Por isso, ao longo de quatro aulas virtuais, os participantes terão acesso a um conteúdo robusto, que inclui temas como análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos.
Veja, abaixo, motivos para não ficar de fora dessa oportunidade imperdível.
Garanta sua vaga por R$ 37: para se inscrever no pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME e Saint Paul, basta clicar aqui
Nenhum comentário disponível no momento.
Comentários
Deixe seu comentário abaixo: