Até mesmo candidatos a cargos altos cometem esse erro em entrevistas — isso realmente surpreende
Mesmo candidatos experientes, disputando cargos de alto escalão, ainda cometem um erro básico em entrevistas: não pesquisar profundamente sobre a empresa.
Segundo Wacksman, esse deslize é um dos sinais mais claros de despreparo, e continua acontecendo até em processos para posições executivas. As informações foram retiradas de CNBC Make It.
O erro que surpreende até em níveis executivos
Wacksman afirma que costuma perceber rapidamente quando o candidato não fez a lição de casa.
“Um sinal de alerta óbvio é quando eles não fazem a lição de casa”, disse o CEO.
Segundo ele, há casos em que executivos fazem perguntas básicas que poderiam ser respondidas “em 10 minutos no Google ou em 30 segundos no Gemini”.
Para um líder, isso demonstra falta de profundidade e pouco comprometimento com a oportunidade. Em processos seletivos competitivos, especialmente para cargos estratégicos, espera-se que o candidato já compreenda o modelo de negócio, os concorrentes e os desafios do setor.
O que diferencia candidatos de alta performance
De acordo com Wacksman, os melhores candidatos demonstram curiosidade intelectual real. Eles chegam à entrevista tendo refletido sobre o cargo, sobre a empresa e, principalmente, sobre o valor que podem gerar.
Ele costuma avaliar esse nível de preparo pela natureza das perguntas feitas ao final da conversa. Perguntas personalizadas, conectadas à vaga específica e ao contexto da empresa, sinalizam maturidade estratégica.
Como impressionar executivos durante a entrevista
A especialista em carreira Erin McGoff afirma que as perguntas feitas pelo candidato são decisivas. Esses questionamentos mostram que o candidato acompanha o mercado e pensa como alguém que já está dentro da organização.:
Por outro lado, perguntas facilmente respondidas por uma busca rápida online — como “quem são os concorrentes?” ou “o que o cargo envolve?” — podem transmitir desinteresse e baixa preparação, segundo relatório citado do Indeed.
Suzy Welch, professora da NYU Stern School of Business, reforça que, ao conversar com executivos seniores, o ideal é usar o tempo para discutir mercados, estratégia e ideias que fortaleçam o negócio — não benefícios ou detalhes administrativos.
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