Ator foi encontrado morto em quarto de hotel aos 31 anos
Mais de uma década após a tragédia, o caso envolvendo o ator canadense Cory Monteith voltou a ser lembrado após a repercussão do relatório final da autópsia realizada em 2013. O documento, divulgado na época e obtido pelo site TMZ, confirmou que o intérprete de Finn Hudson na série Glee morreu em decorrência de uma overdose acidental, provocada pela combinação de heroína e consumo de álcool.
Monteith foi encontrado sem vida em um quarto de hotel em Vancouver, no dia 13 de julho de 2013. Segundo os registros descritos no laudo, os paramédicos que chegaram ao local encontraram evidências que ajudaram a esclarecer as circunstâncias da morte, incluindo objetos associados ao uso de drogas e bebidas alcoólicas. Entre os itens estavam duas garrafas vazias de champanhe, taças e materiais ligados ao consumo de substâncias ilícitas, como uma colher com resíduos e uma agulha utilizada.
O relatório oficial definiu o caso como “intoxicação por mistura de drogas, envolvendo uso de heroína intravenosa e ingestão de álcool”, reforçando que a combinação foi determinante para o desfecho fatal. O documento também apontou que Cory Monteith tinha histórico de dependência química, com passagens por períodos de reabilitação e fases de abstinência ao longo da vida.
De acordo com o legista responsável, o ator havia passado por tratamento em uma clínica de reabilitação pouco antes de sua morte, em abril de 2013. O relatório sugere ainda que esse período pode ter reduzido sua tolerância às substâncias, aumentando o risco de uma recaída com consequências graves.
Na época, Cory Monteith, que tinha 31 anos, vivia um relacionamento com a atriz Lea Michele, sua colega de elenco em Glee. A confirmação das circunstâncias de sua morte marcou profundamente fãs e a indústria do entretenimento, e o caso segue sendo lembrado anos depois como um dos episódios mais trágicos da televisão norte-americana.
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