Avião Air Force One mudará de cor e terá vermelho a pedido de Trump
A Força Aérea americana anunciou essa semana que introduzirá uma nova paleta de cores para a próxima geração de sua frota de transporte aéreo, que inclui o novo modelo do avião presidencial Air Force One, usado pelo presidente dos Estados Unidos.
As novas cores incluirão vermelho, azul, branco e até detalhes dourados, com a metade de baixo em tons mais escuros.
O novo design marca um distanciamento do estilo clássico com dois tons, em uso desde a administração do presidente John F. Kennedy, em meados dos anos 1960.
No primeiro mandato, o presidente americano, Donald Trump, propôs novas cores, mas o projeto foi cancelado devido a preocupações de que tons mais escuros causariam problemas de superaquecimento.
A nova geração da frota envolve a reconfiguração de duas aeronaves Boeing 747 em jatos especiais, equipados com sistemas de comunicação e defesa aprimorados para o transporte presidencial, que terão as novas cores.
Além disso, também serão modificadas mais quatro aeronaves Boeing 757-200 para o transporte de outros parlamentares sêniores. O projeto está quatro anos atrasado e a previsão atual de conclusão é em 2028.
Air Force One, avião que leva o presidente Donald Trump, logo após pousar na base Elmendorf-Richardson, perto de Anchorage, no Alasca (Andrew Caballero-Reynolds/AFP)
Atraso na entrega
O projeto sofreu atrasos e o custo deve aumentar. A fabricante Boeing firmou um contrato de 3,9 bilhões de dólares para entregar as duas aeronaves modificadas como substituição da frota atual, que entrou em serviço em 1990. No entanto, o valor total deverá chegar a US$ 5 bilhões.
As quatro aeronaves 757-200 em operação já receberão a nova pintura durante a próxima manutenção rotineira. Um dos jatos já foi pintado e deverá ser entregue para o governo nos próximos meses, diz a Força Aérea.
Por enquanto, o órgão ainda não abordou as antigas preocupações de superaquecimento que impediram a pintura originalmente. A administração de Joe Biden, que precedeu o atual segundo mandato de Trump recusou a ideia, determinando que “Poderia acarretar em custos, tempo e projetos de engenharia adicionais.”
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