Avião que caiu no interior de SP estava com licença vencida, diz Anac

Por Da redação, com agências 18 de Abril de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Avião que caiu no interior de SP estava com licença vencida, diz Anac

Um avião monomotor caiu na madrugada deste sábado, 18, na zona rural de Altair, no interior de São Paulo, e deixou o piloto morto. Segundo informações da Polícia Civil, ele era o único ocupante da aeronave e o corpo foi encontrado carbonizado após o impacto.

De acordo com o boletim de ocorrência, o acidente aconteceu por volta das 00h45 e foi percebido por funcionários de uma usina canavieira próxima, que avistaram um foco de incêndio em um canavial. Ao se aproximarem, encontraram os destroços da aeronave completamente destruídos. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e controlaram as chamas.

Em nota, o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo informou que o incêndio atingia uma área rural e que, após o combate ao fogo, foi localizado um corpo carbonizado entre os destroços. A área foi isolada e deixada em segurança para os trabalhos das autoridades.

Hoje de madrugada, na cidade de Altair/SP, funcionários da Usina Tereos avistaram um incêndio em canavial e localizaram uma aeronave de pequeno porte em chamas, em área rural. O fogo foi combatido, sendo encontrado um corpo carbonizado. O local foi isolado e deixado em segurança.

— Corpo de Bombeiros PMESP (@BombeirosPMESP) April 18, 2026

A ocorrência mobilizou também a Polícia Militar, que preservou o local para a realização de perícia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foi acionado e deve conduzir a investigação sobre as causas da queda.

Avião estava com licença vencida e não podia voar

Informações obtidas pelo g1 junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que a aeronave, um monomotor Cessna U206E de prefixo PT-XRI, estava com o certificado de aeronavegabilidade vencido desde o dia 9 deste mês, o que a deixava impedida de operar legalmente.

Ainda segundo o portal, o avião foi fabricado em 1970, tinha capacidade para até seis pessoas e estava registrado para uso privado, sem autorização para táxi aéreo.

No momento do acidente, porém, apenas o piloto estava a bordo. A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem.

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