Como é o SUV da Chevrolet que entrou na briga de Tera, Kardian e Pulse

Por Rodrigo Mora 10 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Como é o SUV da Chevrolet que entrou na briga de Tera, Kardian e Pulse

O peculiar segmento de SUVs subcompactos (aonde vamos parar?) acaba de ganhar outro integrante com a chegada do Chevrolet Sonic, rival de modelos como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera – ao menos nas proporções e estilo da carroceria.

O Sonic tem 4,23 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura e 392 litros de porta-malas. É o primeiro no mundo a exibir a nova gravata da marca, mais horizontal e refinada, aplicada em preto e integrada ao conjunto frontal.

“Com o Sonic, usamos o design para aproximar a Chevrolet de um novo perfil de consumidor, mais jovem e urbano, que enxerga o carro como extensão do seu estilo de vida. Ao mesmo tempo, ele fala diretamente com o cliente da marca em ascensão, que já conhece a Chevrolet e agora busca dar o próximo passo com um produto mais aspiracional, que concilia presença, tecnologia e personalidade com a racionalidade que sempre fez parte da nossa proposta”, conta Paula Saiani, diretora de Marketing de Produto da GM América do Sul.

Preço promocional de R$ 129.990 na versão Premier e de R$ 135.990 na pseudoesportiva RS.

É também o Sonic que estreia a nova geração do sistema Chevrolet Intelligent Driving, com um conjunto de assistentes de segurança que monitora em tempo real o ambiente ao redor do automóvel por meio de uma câmera frontal de alta resolução, com área de cobertura ampliada em relação à geração anterior, capaz de identificar veículos, pedestres e ciclistas, contribuindo para prevenir acidentes.

A iluminação também passou a ser tratada como recurso de proteção. Os faróis Full LED com projetor oferecem alcance de até 19% maior e eficiência luminosa superior à de um sistema convencional. Nas versões RS, o Sonic adiciona farol alto automático, que alterna sozinho entre farol baixo e alto ao identificar outros veículos.

Como é de praxe no segmento, o Sonic já sai de fábrica com painel digital, alerta de colisão com sistema de frenagem automática de emergência, assistente de estacionamento, ar-condicionado digital, sistema de iluminação full LED e rodas de liga leve de 17 polegadas, além de multimídia (de 11 polegadas) com Wi-Fi embarcado e OnStar.

Com calibração específica para o Sonic, o motor 1.0 turbo de injeção direta rende 115 cavalos de potência e 18,9 kgfm de torque e está acoplado a uma transmissão automática de seis marchas.

A marca divulga que a aceleração de 0 a 100 km/h fica na casa de 10 segundos, enquanto o consumo pode chegar a 14,8 km/l de gasolina e 10,4 km/l de etanol em ciclo rodoviário, pelo Inmetro; as retomadas de 80 a 120 km/h são feitas em 8 segundos.

Desenvolvimento local

Fruto de um investimento de aproximadamente R$ 1 bilhão em engenharia, validação, modernização da linha de produção e treinamento de pessoas, o Sonic — que resgata o nome de uma dupla de hatch e sedã vendida por aqui no início da década passada — foi concebido localmente em colaboração com os estúdios de design e os centros tecnológicos globais da companhia.

Produzido no Brasil e posicionado entre o Onix Activ e o Tracker, inaugura um novo momento da Chevrolet no país, avalia a empresa. “Este é o lançamento mais importante do ano para a companhia”, afirma Thomas Owsianski, presidente da GM América do Sul.

O Sonic chega agora às lojas da Chevrolet nas cores Azul Boreal, Branco Summit, Prata Shark, Preto Ouro Negro, Vermelho Scarlet e o inédito Cinza Urbano.

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