Como uma contratação fora do padrão ajudou esta empresa a acelerar o crescimento em até 50%
Em uma reunião de conselho no último verão, Ari Bloom ouviu uma pergunta que mudaria a trajetória da sua empresa: a A-Frame tinha uma estratégia de inteligência artificial? A resposta foi direta — "não".
O alerta veio imediatamente de duas conselheiras com histórico em tecnologia, que recomendaram uma mudança de rota. O que parecia uma decisão pontual de contratação se transformou em uma virada estrutural, com impactos diretos em eficiência, escala e crescimento do negócio. As informações foram retiradas de Inc.
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Quando o conselho aponta o risco — e a oportunidade
Até aquele momento, Bloom planejava reforçar a equipe com um profissional de marketing de marca. A A-Frame, agência de construção de marcas sediada em Venice, Califórnia, já havia trabalhado com nomes como Dwayne Wade, Gabrielle Union, John Legend e Bath & Body Works, mas operava com uma equipe enxuta, de cerca de 12 funcionários em tempo integral.
A provocação do conselho trouxe um novo olhar: sem uma estratégia clara de IA, a empresa poderia comprometer sua competitividade no médio prazo. A recomendação foi clara, incorporar alguém com domínio tecnológico capaz de traduzir inteligência artificial em ganhos operacionais reais.
A aposta em tecnologia como alavanca financeira
A contratação de Ryan Morris como diretor de tecnologia marcou essa inflexão. Nos primeiros 90 dias, a abordagem foi pragmática: mapear gargalos internos. Morris perguntou a cada colaborador quais tarefas rotineiras consumiam tempo sem gerar valor proporcional.
A resposta virou código. O executivo desenvolveu uma ferramenta de IA capaz de coletar dados de chamadas, e-mails, mensagens do Slack e softwares utilizados pela empresa, centralizando tudo em um único banco de dados. A partir daí, as informações passaram a ser redistribuídas automaticamente para diferentes plataformas e equipes.
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Redução de ciclo e ganho de escala
Antes da adoção da ferramenta, o processo de conversão de um potencial cliente em cliente pagante levava cerca de um ano. Com a automação, esse ciclo caiu para aproximadamente um mês, segundo Bloom.
As eficiências permitiram à A-Frame fechar um novo cliente por mês, antes, isso acontecia a cada seis meses, e multiplicar por dez o número de produtos desenvolvidos para avaliação em projetos com grandes marcas.
Do ponto de vista financeiro, o impacto foi direto: menos tempo improdutivo, maior capacidade de entrega e melhor aproveitamento da estrutura existente.
IA como redutora de custo invisível
Bloom resume o ganho de forma objetiva: ao automatizar tarefas que geravam cerca de 10% de impacto nos negócios, mas consumiam até 90% do tempo da equipe, a empresa acelerou suas operações entre 30% e 50%.
Embora a A-Frame não divulgue faturamento, a empresa já captou US$ 13,7 milhões em investimentos, segundo informações citadas pela Inc. A mudança de abordagem também alterou a lógica de contratação.
Finanças corporativas além do orçamento
O caso da A-Frame ilustra uma mudança relevante na gestão financeira contemporânea: decisões de contratação, tecnologia e estrutura organizacional têm impacto direto sobre fluxo de caixa, escalabilidade e retorno sobre investimento.
Mais do que uma adoção tática de IA, a empresa transformou tecnologia em ferramenta de governança operacional, encurtando ciclos, reduzindo desperdícios de tempo e ampliando a capacidade produtiva sem inflar custos fixos.
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Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.
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