Copa de 2026: quem são os favoritos, as surpresas e os destaques dos grupos E, F, G e H

Por Gabriella Brizotti 17 de Abril de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Copa de 2026: quem são os favoritos, as surpresas e os destaques dos grupos E, F, G e H

Faltam 55 dias para o início da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá. E, com isso, cresce a expectativa sobre o desempenho das seleções. Entre favoritos consolidados, equipes que farão suas estreias no torneio e cenários imprevisíveis, os grupos prometem disputas intensas por vagas no mata-mata.

Além disso, essa será a primeira Copa do Mundo da história a ter 48 seleções. Com um maior número de participantes, a competitividade também aumentou. Uma nova fase, chamada de 16 avos, também foi implementada, garantindo ainda mais jogos no torneio.

Após análise das chaves A, B, C e D, a Exame agora analisa os grupos E, F, G e H.

Grupo E: Alemanha tenta retomar protagonismo em grupo equilibrado

Em um grupo que tem Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador, os europeus chegam como principais favoritos, mas longe de ter vida tranquila. Em processo de reconstrução após campanhas abaixo do esperado nos mundiais recentes, a equipe comandada por Julian Nagelsmann busca reafirmar seu peso histórico em Copas do Mundo.

A disputa pela segunda vaga tende a ser bastante aberta. A Costa do Marfim surge como uma seleção fisicamente forte e com talento individual capaz de complicar adversários mais tradicionais.

Já o Equador, que vem evoluindo nas últimas competições, aposta em organização tática e intensidade para surpreender. Inclusive, os equatorianos se classificaram para o Mundial na segunda posição das Eliminatórias, atrás apenas da campeã Argentina.

Correndo por fora, Curaçao aparece como azarão, mas pode se beneficiar justamente da pressão sobre os demais e tentar arrancar pontos importantes. O país faz sua estreia em Copas do Mundo.

Grupo F: equilíbrio europeu e ameaça asiática

O grupo F é, possivelmente, um dos mais equilibrados do torneio. A Holanda desponta como favorita, com um elenco tecnicamente qualificado e acostumado a grandes competições.

No entanto, Suécia e Japão prometem fazer frente. Os suecos mantêm sua tradição de jogo físico e disciplinado, enquanto o Japão chega cada vez mais consolidado como uma força competitiva, com atletas atuando em alto nível no futebol europeu.

A Tunísia completa o grupo e, embora corra como zebra, tem histórico de partidas duras em Copas e pode ser um fator decisivo na definição da classificação.

Grupo G: favoritismo belga e incerteza envolvendo o Irã

A Bélgica lidera o grupo G como principal candidata à classificação, contando ainda com uma geração talentosa que marcou época em 2014 e busca finalmente transformar potencial em bons resultados na Copa do Mundo. A melhor campanha belga no torneio foi em 2018, quando terminou com o terceiro lugar.

O Egito aparece como o principal desafiante. Mohamed Salah é o principal nome da geração egípcia.

A Nova Zelândia, por sua vez, entra como seleção menos cotada.

Já o Irã vive um cenário atípico. A tensão envolvendo o país, especialmente por causa do conflito com os Estados Unidos, levanta dúvidas sobre sua participação no Mundial. A situação política pode impactar diretamente a presença da seleção no torneio, gerando um ambiente de incertezas.

Caso confirme presença, o Irã costuma ser uma equipe organizada defensivamente e difícil de ser batida, o que pode complicar ainda mais a disputa pela classificação.

Grupo H: tradição europeia, força sul-americana e espaço para surpresa

A Espanha chega ao grupo H como uma das principais candidatas não apenas à classificação, mas também ao título da competição. Com um estilo de jogo baseado na posse de bola e renovação constante de talentos, a seleção espanhola mantém sua identidade e competitividade em alto nível. Lamine Yamal, Ferrán Torres e Pedri têm tudo para serem os destaques da La Roja no torneio.

O Uruguai aparece como o grande rival na briga pela liderança. Com uma equipe que mistura experiência e juventude, os sul-americanos seguem sendo extremamente competitivos em Copas do Mundo, apostando em intensidade, força defensiva e eficiência no ataque.

Correndo por fora, a Arábia Saudita tenta repetir atuações marcantes recentes em Mundiais, quando mostrou capacidade de enfrentar seleções tradicionais. Já Cabo Verde surge como uma possível surpresa do grupo, buscando aproveitar a menor pressão para tentar pontuar e, quem sabe, sonhar com uma classificação histórica.

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