Dinheiro compra felicidade? Homem mais rico do mundo diz que não

Por Da Redação 6 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Dinheiro compra felicidade? Homem mais rico do mundo diz que não

Dinheiro traz felicidade? Para Elon Musk, homem mais rico do mundo, a resposta é não.

O bilionário afirmou na quarta-feira, 4, que o dinheiro não é capaz de garantir felicidade. A avaliação foi feita em uma publicação na rede social X, da qual é proprietário desde 2022, acompanhada por um emoji de rosto triste.

Na mensagem, Musk escreveu que a ideia de que o dinheiro não compra felicidade estaria correta. Até a tarde desta quinta-feira, 5, a postagem havia ultrapassado 71 milhões de visualizações e provocado reações diversas, que variaram de manifestações de empatia a comentários irônicos, além de sugestões para que o empresário se dedique à religião ou à filantropia.

Considerado o homem mais rico do mundo, Musk tem fortuna estimada em US$ 668 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index. Apenas neste início de ano, seu patrimônio cresceu cerca de US$ 49 bilhões, impulsionado pela valorização da SpaceX e pela notícia da fusão da empresa com a startup de inteligência artificial xAI, também fundada por ele.

No fim do ano passado, acionistas da Tesla aprovaram um pacote de compensação que pode chegar a US$ 1 trilhão.

Whoever said “money can’t buy happiness” really knew what they were talking about 😔

— Elon Musk (@elonmusk) February 5, 2026

Estudos acadêmicos citados por veículos internacionais indicam que renda e bem-estar tendem a crescer juntos, mas apontam limites para esse efeito entre os ultra-ricos. Pesquisas sugerem que, a partir de determinado patamar de riqueza, ganhos adicionais têm impacto cada vez menor sobre a felicidade.

Em conversas recentes e entrevistas anteriores, Musk já havia defendido que o foco deveria estar na criação de valor para a sociedade. Em novembro, ao participar de um podcast, afirmou que a busca direta por dinheiro não é o melhor caminho, e que a prosperidade financeira tende a ser consequência da oferta de produtos e serviços úteis.

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