Ela saiu da engenharia, investiu US$ 40 mil e já projeta US$ 400 mil por ano com negócio próprio

Por Da Redação 2 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Ela saiu da engenharia, investiu US$ 40 mil e já projeta US$ 400 mil por ano com negócio próprio

No fim de 2024, em um corredor da Whole Foods, a engenheira civil Federica Mercuriello identificou uma lacuna no mercado de alimentos que se transformaria em um negócio com média mensal de US$ 12 mil e projeção de US$ 400 mil em receita anual em 2026.

A fundadora da estruturou a operação com investimento próprio de aproximadamente US$ 40 mil, forte controle de custos e expansão gradual da distribuição.

Aos 42 anos, italiana radicada em Miami, Mercuriello conciliava a função de gerente de projetos em um escritório de engenharia com a construção da própria marca de kits de massa e molho produzidos na Itália. A empresa nasceu fora do horário comercial, mas foi planejada com a lógica financeira de um projeto corporativo. As informações foram retiradas de Entrepreneur.

Para profissionais que desejam fortalecer sua capacidade de análise financeira e tomada de decisão, há um treinamento disponível por R$ 37 voltado ao desenvolvimento em finanças corporativas.

Validação de mercado antes de alocar capital

A ideia surgiu ao perceber que não havia no varejo um kit perfeitamente porcionado de massa e molho que não fosse pré-cozido e que entregasse ingredientes simples e autênticos. A percepção de oportunidade foi apenas o ponto de partida. Antes de investir, Mercuriello conduziu análise de mercado para entender o público que desejava atender e mapear concorrentes.

O processo incluiu estudo de lacunas de posicionamento, avaliação de viabilidade produtiva na Itália e testes de produto. Somente após validar a consistência da proposta, ela decidiu aportar capital próprio. O investimento de cerca de US$ 40 mil cobriu desenvolvimento de embalagens, produção inicial, logística internacional e marketing.

Para profissionais que atuam em finanças corporativas, o movimento evidencia um princípio central da disciplina financeira. A decisão de investir veio depois da análise de risco, da estimativa de demanda e da avaliação da estrutura de custos. Não houve expansão baseada apenas em intuição.

As inscrições para o pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME em parceria com a Saint Paul estão abertas por R$ 37.

Disciplina na gestão de caixa

Sem investidores externos, a fundadora precisou estruturar a empresa em modelo bootstrap. Cada dólar exigia direcionamento estratégico. Recursos gratuitos como vídeos no YouTube e tutoriais no TikTok foram utilizados para desenvolver o site e iniciar a comunicação digital, reduzindo despesas fixas no início da operação.

Ela coordenou fornecedores na Itália, designers de embalagem e fabricantes, mantendo a operação enxuta. Antes do lançamento, contratou freelancers a custos controlados para design e marketing. O foco esteve na preservação de caixa e na construção de base sólida antes de escalar.

O maior desafio relatado foi equilibrar investimento em marketing e expansão de distribuição sem comprometer a sustentabilidade financeira. Decidir quanto alocar em aquisição de clientes e quanto direcionar à entrada em novos pontos de venda exigiu priorização rigorosa. Esse tipo de escolha é cotidiano para executivos financeiros que precisam sustentar crescimento sem deteriorar margens.

Crescimento consistente e projeção anual

O lançamento oficial ocorreu em novembro. As vendas iniciais foram lentas, com dias sem pedidos. Gradualmente, os consumidores passaram a recomprar, impulsionados por avaliações positivas no site. Em janeiro de 2026, a empresa já registrava média de US$ 12 mil mensais.

Atualmente, a receita é majoritariamente online, mas a estratégia de crescimento inclui ampliação da presença física. A Sausly está em três lojas e avalia distribuição maior. A combinação entre vendas digitais e expansão no varejo sustenta a projeção de aproximadamente US$ 400 mil em faturamento anual.

Para o público de finanças corporativas, o caso reforça a importância de dominar fundamentos como análise de viabilidade, planejamento de capital, controle de despesas e expansão estruturada. A trajetória mostra que a diferença entre uma ideia promissora e um negócio financeiramente robusto está na execução disciplinada, na leitura precisa dos números e na capacidade de crescer com responsabilidade.

Em um cenário competitivo e de margens pressionadas, decisões financeiras bem fundamentadas continuam sendo o principal motor de escalabilidade e geração consistente de receita.

Aprenda a gerenciar o orçamento de empresas

Casos de empresas que enfrentam dificuldades por falhas na gestão financeira são frequentes. De startups a grandes corporações, o desafio envolve manter controle rigoroso das finanças e tomar decisões estratégicas baseadas em dados. Essa responsabilidade não se limita à alta liderança. Profissionais de diferentes áreas que dominam fundamentos financeiros ampliam sua relevância e potencial de crescimento na carreira.

Com esse objetivo, EXAME e Saint Paul disponibilizaram, por tempo limitado, mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.

O programa é direcionado a quem busca aprofundar conhecimentos em gestão financeira e se destacar em um mercado competitivo. Ao longo de quatro aulas virtuais, os participantes terão acesso a conteúdos sobre análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos.

Entre os diferenciais estão conteúdo desenvolvido por especialistas, carga horária de três horas, programa atualizado, certificado de conclusão, aulas virtuais com sessão de perguntas e respostas, interação com outros profissionais e estudos de caso de mercado.

As vagas podem ser garantidas por R$ 37 no pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME e Saint Paul.

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