Empresas perdem US$ 160 bilhões por falta de inteligência emocional — IA quer mudar isso

Por Gabriella Uota 14 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Empresas perdem US$ 160 bilhões por falta de inteligência emocional — IA quer mudar isso

A discussão sobre inteligência artificial costuma girar em torno de produtividade e automação. Mas um uso menos óbvio começa a ganhar espaço nas empresas: utilizar IA para desenvolver inteligência emocional.

Segundo dados citados da Fast Company, a falta de habilidades interpessoais — como comunicação eficaz, empatia e adaptabilidade — custa às empresas americanas cerca de US$ 160 bilhões por ano, em perda de produtividade, falhas de comunicação e alta rotatividade. O problema não é técnico. É humano. As informações foram retiradas de Fast Company.

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O custo bilionário da falta de inteligência emocional

Phil Friedman, fundador e CEO da CGS, empresa global de tecnologia, afirma que, em mais de 40 anos, as maiores lacunas de desempenho que observou não estavam ligadas a habilidades técnicas, mas à forma como as pessoas se comunicam, lideram e se conectam.

Conversas difíceis — como dar feedback em avaliações de desempenho, negociar com clientes exigentes, lidar com conflitos internos ou acalmar consumidores insatisfeitos — são apontadas como os momentos mais desafiadores do trabalho.

Quando mal conduzidas, essas interações geram retrabalho, desgaste emocional e perda de talentos.

Por que o treinamento tradicional falha

Métodos clássicos de treinamento tratam situações humanas como roteiros fixos. Vídeos, manuais e scripts oferecem respostas lineares para cenários que, na prática, são imprevisíveis.

Pessoas reais reagem de maneira dinâmica. Emoções variam e conflitos escalam ou se resolvem dependendo do tom, da escolha de palavras e da postura adotada — é nesse ponto que a inteligência emocional se torna decisiva e difícil de treinar apenas com teoria.

IA como ‘simulador de voo’ para inteligência emocional

Uma das soluções emergentes descritas no artigo é o uso de simulações imersivas com inteligência artificial.

O modelo funciona como um simulador de voo para conversas de alto risco emocional. Em vez de apenas assistir a conteúdos, o profissional interage com avatares virtuais que reagem em tempo real ao tom de voz, às palavras escolhidas e às decisões tomadas.

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Se a abordagem for empática, o avatar responde de forma mais colaborativa, porém se houver evasão ou agressividade, a reação se ajusta. Não há roteiro fixo, apenas diálogos que evoluem conforme a interação.

A proposta é transformar inteligência emocional em prática deliberada.

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