Filhos de ídolos e campeões: os 'nepobabies' que estão na Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026 não reúne apenas algumas das maiores estrelas do futebol atual. O torneio também destaca uma geração de jogadores que cresceram sob os holofotes por serem filhos de ex-atletas famosos.
Apelidados nas redes sociais de "nepobabies", termo usado para descrever filhos de personalidades que seguiram carreiras semelhantes às dos pais, esses atletas carregam sobrenomes conhecidos e histórias marcadas pela influência familiar no esporte.
Apesar das inevitáveis comparações, muitos deles já construíram carreiras de destaque e chegam ao Mundial como protagonistas de suas seleções.
Haaland lidera lista de herdeiros do futebol
Entre os nomes mais famosos está Erling Haaland, atacante da Noruega e um dos principais goleadores do futebol mundial. Ele é filho de Alf-Inge Haaland, ex-jogador que atuou por clubes ingleses como Nottingham Forest, Leeds United e Manchester City.
Outro destaque é Marcus Thuram, atacante da França. Seu pai é Lilian Thuram, campeão da Copa do Mundo de 1998 e considerado um dos maiores defensores da história do futebol francês.
A Argentina também conta com Alexis Mac Allister, filho do ex-jogador Carlos Mac Allister. O meio-campista se consolidou como uma das peças mais importantes da seleção argentina.
Sobrenomes históricos seguem presentes
A lista também inclui Lucas Zidane, goleiro da Argélia e filho de Zinedine Zidane, um dos maiores jogadores de todos os tempos e campeão do mundo em 1998.
Pela Argentina, Nico Paz carrega o legado de Pablo Paz, ex-zagueiro que disputou a Copa do Mundo de 1998. O jovem meia ganhou espaço no futebol europeu e é apontado como uma das promessas da seleção.
Já Giuliano Simeone, atacante da Argentina, é filho de Diego Simeone, ídolo do futebol argentino e treinador do Atlético de Madrid.
Filhos de estrelas internacionais
Os Estados Unidos contam com Giovanni Reyna, filho de Claudio Reyna, ex-capitão da seleção norte-americana e um dos principais jogadores do país nas décadas de 1990 e 2000.
Outro representante norte-americano é Timothy Weah. Filho de George Weah, vencedor da Bola de Ouro de 1995 e ex-presidente da Libéria, o atacante segue construindo sua própria trajetória no futebol internacional.
A Nova Zelândia tem Tyler Bindon, defensor que é filho de Jenny Bindon, ex-goleira da seleção feminina neozelandesa e uma das referências do futebol do país.
Representantes da América do Sul
O Brasil é representado por Rayan, atacante que tem como pai o ex-jogador do Vasco, Valkmar. Considerado uma das grandes promessas do futebol brasileiro, ele ganhou espaço na seleção e chega ao seu primeiro Mundial em 2026.
Pelo Paraguai, Gatito Fernández mantém viva uma tradição familiar. O goleiro é filho de Gato Fernández, ex-arqueiro que também defendeu a seleção paraguaia.
A lista dos 'nepobabies' da Copa de 2026
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