Galvão Bueno detona Neymar após reclamação do jogador: ‘Não tem ser humano que aguente’
Na edição desta segunda-feira (20) do Galvão F.C., atração do SBT apresentada por Galvão Bueno, uma atitude tomada por Neymar após o Santos ser derrotado pelo Fluminense na 12ª rodada do Brasileirão virou assunto. O jogador colocou os dedos indicadores nas orelhas depois da partida, o que alguns interpretaram como o famoso querendo silenciar vaias e críticas.
“Chegou o dia que eu tenho que explicar uma coçada de orelha! Gente, sinceramente vocês estão pegando pesado demais e ultrapassando os limites… É triste demais ter que conviver com isso! Não tem ser humano que aguente”, escreveu o craque no Instagram.
Galvão resolveu rebater o esportista. “Neymar, me perdoe, não tem ser humano que aguente não ter emprego. Não tem ser humano que aguente não ter dinheiro para colocar comida na mesa para os filhos. Não tem ser humano que aguente não conseguir botar os filhos na escola”, alfinetou o comunicador, sendo aplaudido.
NARRADOR DA GLOBO É SINCERO AO FALAR SOBRE NEYMAR NA COPA DO MUNDO
Entrevistado pelo Fim de Expediente, atração da CBN, o jornalista esportivo e narrador da Globo Paulo Andrade falou sobre Neymar. “Eu acho que a chance dele ir para a Copa do Mundo é imaginá-lo num contexto de participar de 10, 15, 20 minutos em um ou outro jogo. Não dá para imaginar o Neymar como protagonista da seleção brasileira hoje pelo físico e pelo futebol que joga”, apontou o profissional.
“Acho que chegou o momento dele se reinventar como jogador. Messi fez isso muito bem, o Messi hoje, e na Copa do Mundo, inclusive, em 22, ele já era muito mais um armador do que do um contra um, que o consagrou, de passar por 2, 3 adversários e ir para dentro do gol”, comparou o famoso.
“O Cristiano Ronaldo se reinventou, quando ele não conseguia mais no um contra um, ele se tornou um centroavante. Eu acho que ele pode ser útil como craque, como grande jogador, com grande carreira que teve e tem, como armador. De repente, achar um passe diferente. Pensar naqueles que estão ali em campo”, declarou Paulo.
“Nenhum deles vai ter a capacidade que tem o Neymar de achar uma bola por trás de um defensor a seleção brasileira precisa e está no aperto e está no perrengue. Eu acho que, para esse momento, ele serve. Mas é necessário, também, que ele tenha essa consciência de que é hora de se reinventar, porque no um contra um está muito difícil, inclusive contra os zagueiros do Campeonato Brasileiro”, finalizou o narrador.
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