Geovani, ídolo do Vasco e ex-meia da seleção brasileira, morre aos 62 anos

Por Estela Marconi 19 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Geovani, ídolo do Vasco e ex-meia da seleção brasileira, morre aos 62 anos

O ex-meia Geovani Silva, conhecido como Geovani e apelidado de “Pequeno Príncipe”, morreu nesta segunda-feira, 18, aos 62 anos após sofrer uma parada cardíaca.

Ele chegou a ser socorrido e levado a um hospital em Vila Velha, no Espírito Santo, mas não resistiu. A informação foi confirmada pela família nas redes sociais do ex-jogador.

Os familiares informaram que Geovani passou mal de forma repentina durante a madrugada e que, apesar das tentativas de reanimação, o ex-jogador não resistiu.

O corpo será velado em Vila Velha, com culto de despedida previsto para esta terça-feira, 19, seguido de sepultamento no Parque da Paz, segundo a publicação.

Geovani deixa três filhos. Nos últimos anos, ele enfrentava problemas de saúde, incluindo complicações cardíacas, um câncer na coluna e uma polineuropatia diagnosticada em 2006.

Ídolo do Vasco e destaque no futebol brasileiro

Revelado pela Desportiva Ferroviária, Geovani ganhou projeção nacional ao chegar ao Vasco em 1982, clube no qual construiu sua carreira mais marcante e se tornou ídolo. O meia teve três passagens por São Januário e acumulou 408 jogos e 49 gols.

Ele atuou ao lado de nomes como Roberto Dinamite e Romário e fez parte de equipes marcantes do clube na década de 1980 e início dos anos 1990. No Vasco, conquistou títulos estaduais e ficou conhecido pela habilidade na condução de bola e visão de jogo.

Geovani também teve destaque nas seleções de base e na seleção principal. Foi campeão do Mundial Sub-20 de 1983, sendo artilheiro da competição com seis gols e autor do gol do título na final contra a Argentina.

Em 1988, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul, em equipe que tinha nomes como Taffarel, Romário, Bebeto e Careca. Também integrou o elenco campeão da Copa América de 1989, disputada no Brasil.

No futebol europeu e mexicano, teve passagens por clubes como o Bologna, da Itália, onde atuou em 27 partidas. No retorno ao Brasil, encerrou a carreira em clubes do Espírito Santo, como Rio Branco, Desportiva, Serra, Tupy e Vilavelhense, em 2002.

Fora dos gramados, também atuou na política, tendo sido deputado estadual no Espírito Santo entre 2002 e 2006.

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