Influenciador poligâmico é proibido por igreja de ser padrinho de criança
O influenciador Arthur O Urso foi impedido de apadrinhar o filho de um amigo na igreja. A proibição ocorreu após a instituição ter sido informada que o rapaz vive relacionamentos poligâmicos.
O famoso disse que ficou surpreso com a notícia. “Meu amigo queria muito que eu fosse padrinho, mas disseram que, por eu viver com mais de uma mulher, eu não seria o exemplo ideal dentro da igreja. Foi constrangedor”, desabafou, em comunicado divulgado pela assessoria.
E completou: “Eu não estou falando de traição ou coisa escondida. Tudo é consensual. Mesmo assim, parece que a palavra ‘poligamia’ já fecha portas automaticamente”.
O influenciador ressaltou que respeita a instituição religiosa, mas lamentou a situação. “Eu respeito a igreja e entendo que cada instituição tem suas regras. Só acho que as pessoas confundem escolha de vida com caráter. Se meu estilo de vida incomoda tanto, talvez o problema não seja o amor em si, mas o medo de sair do padrão”, pontuou.
Polifobia
Arthur O Urso afirmou que sofre polifobia com frequência. “Não é a primeira vez que algo assim acontece. Já perdi contratos, já deixaram de me convidar para eventos e já ouvi que eu ‘não combino’ com certos ambientes. A pessoa nem me conhece, mas já me julga”, lamentou.
“Tem muita mulher que me critica também. Às vezes apoiam liberdade, mas quando veem um relacionamento não monogâmico na prática, a reação muda. Parece que o discurso é moderno, mas o limite é curto”, completou.
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‘BBB 26’: Atitude de Babu causa crise na Globo; entenda
Uma movimentação articulada por Babu no Big Brother Brasil 26 desencadeou forte turbulência nos bastidores do programa. Segundo informações publicadas pela coluna de Alessandro Lo-Bianco no portal iG, o participante teria buscado aproximação estratégica com rivais declarados de Ana Paula. A intenção seria pressioná-la emocionalmente, criando um ambiente de tensão capaz de levá-la ao limite e, eventualmente, a uma reação que resultasse em expulsão por agressão.
A movimentação acendeu sinal de alerta na produção, que interpretou a conduta como tentativa de extrapolar os limites do jogo. Embora o reality seja pautado por conflitos e embates, a emissora considera sensível qualquer narrativa que possa ser associada a estímulo de violência psicológica. A avaliação interna é de que a estratégia ultrapassaria o campo da disputa legítima, entrando em uma zona que exige intervenção preventiva.
Fora da casa, a repercussão ganhou dimensão corporativa. Ainda conforme a publicação do iG, o principal patrocinador do programa procurou a TV Globo para manifestar preocupação. A empresa teria sinalizado que enredos ligados à incitação de violência podem colidir com cláusulas contratuais e diretrizes de responsabilidade de marca. O episódio, que começou como articulação interna de jogo, passou a ser tratado como questão estratégica para o futuro comercial da atração.
Diante do cenário, executivos da emissora participaram de uma reunião emergencial por videoconferência com a direção do programa e representantes do setor comercial. Entre as medidas analisadas está a convocação de participantes ao confessionário — chamado internamente de “astro rei” — para reforçar limites e conter a escalada do conflito. A prioridade, segundo a coluna, é impedir que a crise ganhe proporções irreversíveis dentro e fora do reality, preservando tanto a dinâmica do jogo quanto os compromissos institucionais da emissora.
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