Léo Áquilla revela ser assexual e desabafa sobre cirurgia íntima

Por Everton Henrique 9 de Abril de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Léo Áquilla revela ser assexual e desabafa sobre cirurgia íntima

Durante participação no podcast apresentado por Juju Salimeni e Diogo Basaglia, a jornalista Léo Áquilla abriu detalhes íntimos sobre sua vida pessoal e planos futuros. A entrevista, exibida na quarta-feira (8/4), trouxe revelações sobre identidade, sexualidade e saúde, incluindo a intenção de realizar a cirurgia de redesignação sexual nos próximos anos. Segundo ela, o procedimento foi adiado por questões médicas, mas voltou a ser considerado recentemente.

Ao abordar sua vivência, Léo Áquilla explicou como se identifica dentro do espectro da assexualidade, afirmando: “Eu sou uma mulher trans, mas eu sou uma pessoa assexual”. A declaração gerou curiosidade durante o bate-papo, levando a apresentadora a questionar o significado. A jornalista detalhou: “Assexual também é um guarda-chuva, porque tem uma variação enorme de assexuais”, destacando que existem diferentes formas de vivenciar o desejo. Em seu caso, ela pontuou que sente atração, mas condicionada ao envolvimento emocional: “Mas eu só consigo fazer sexo se tiver amor. Isso se chama demissexual”.

Conexão emocional e experiências pessoais

A conversa também trouxe identificação por parte de Juju Salimeni, que revelou ter comportamento semelhante. “Eu sou assim também. Sempre fui”, afirmou, ao explicar que valoriza conexão e sentimento antes de qualquer envolvimento íntimo. Léo Áquilla reforçou essa necessidade ao dizer: “Você precisa primeiro sentir confiança. A pessoa tem que te passar que te ama, que te respeita”. As duas ainda comentaram que muitas pessoas podem compartilhar dessa característica sem necessariamente conhecer o termo demissexual.

No decorrer da entrevista, a jornalista também relembrou os desafios que enfrentou para realizar a cirurgia de redesignação. “Não fiz porque eu tenho um problema no coração que não me permite”, contou, ao mencionar que já havia iniciado o processo anteriormente. Segundo ela, o plano agora é retomar esse objetivo: “Agora é que eu estou retomando, depois de 15 anos, essa história para ver se eu faço em 2027”. Léo Áquilla acrescentou que, com a evolução das técnicas médicas e o controle do problema cardíaco, o procedimento se tornou mais viável, embora ainda exija cuidados intensos no pós-operatório.

Encerrando o relato, a jornalista destacou que vem realizando acompanhamento médico contínuo para garantir segurança na decisão. Ao compartilhar sua experiência, ela trouxe à tona discussões sobre identidade, saúde e autoconhecimento, evidenciando as múltiplas formas de vivenciar relacionamentos e o próprio corpo ao longo da vida.

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