Lígia bate em Ferette, e cena de briga em ‘Três Graças’ divide opiniões: ‘Inferno’

Por Felipe Gatto 26 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Lígia bate em Ferette, e cena de briga em ‘Três Graças’ divide opiniões: ‘Inferno’

O descontrole e a raiva enorme contida há anos no peito de Lígia a fizeram perder a cabeça e partir para cima do poderoso empresário Ferette, em uma cena que recentemente deu bastante o que falar na novela Três Graças.

Na pele dos personagens citados, os atores Dira Paes e Murilo Benício entregaram uma sequência bem realista e repleta de tensão, fazendo os seus intérpretes serem muito elogiados nas redes sociais da TV Globo.

A grande maioria do público de casa exaltou o trabalho dos artistas e do autor do folhetim, Aguinaldo Silva. Outros acharam a história sem graça e questionaram o roteiro, dizendo: “Roteiro fraco e bem repetitivo hein”.

“Dira e Murilo deram um baita show. Um dos tapas mais realistas de novelas viu. Que show “, opinou uma fã do enredo. “ABSOLUTEEEE… que tapaaaa meus amigos! Perfeitoooo, dá mais”, falou mais uma no Instagram do GSHOW.

“Amei a cena, a atuação, a entrega forte e a performance bem real, arrasaram”, disse outro. “Achei top essa frase… Se vim até o inferno quero falar com o Diabo”, se divertiu outra telespectadora da produção das nove horas.

O que vai acontecer em Três Graças?

A prisão de Gerluce (Sophie Charlotte) na novela Três Graças marca um ponto de viragem dramático na trama. Após planear o roubo da estátua para salvar a sua mãe, Lígia, de um esquema de medicamentos falsificados, a protagonista é detida pelo próprio noivo, o polícia Paulinho (Romulo Estrela). Mesmo devastado, ele cumpre o seu dever legal, o que deixa Gerluce numa situação de perda total, enfrentando não só a privação de liberdade, mas também a humilhação pública perante os seus inimigos, como a vilã Arminda.

No entanto, o período na cadeia traz revelações fundamentais para o desenrolar da história. Enquanto está presa, a mocinha da trama das nove consegue identificar Vicente como o assassino do pai de Paulinho, ao comparar o rosto do jagunço com um retrato falado. Esta descoberta abala o polícia e fortalece o vínculo entre o casal, pois Paulinho percebe que o mesmo homem que atentou contra a sua vida recentemente é o responsável pela tragédia que marcou o seu passado, estreitando o cerco contra o empresário corrupto Ferette.

Apesar do sofrimento inicial e das provocações de Arminda dentro da esquadra, o destino de Gerluce será de redenção e ascensão. Após responder ao processo em liberdade e utilizar uma tornozeleira eletrónica — que para ela simboliza um processo de amadurecimento —, a mocinha conseguirá dar a volta por cima. Ela assume uma posição de poder ao transformar a ONG de Ferette na Fundação Lígia Maria das Graças, focada na distribuição correta de medicamentos, corrigindo assim a injustiça que a levou a cometer o crime original.

No desfecho da narrativa, a justiça prevalece tanto na esfera criminal quanto na pessoal. Gerluce e Paulinho reconciliam-se definitivamente, com o polícia a reafirmar o seu amor e a pedir a protagonista em casamento novamente no folhetim da plim plim.

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