Luana Piovani expõe ferida do abandono do pai e revela como relacionamentos foram afetados
Luana Piovani, atriz de 49 anos, relatou em um videocast recente que a ausência do pai teve impacto direto em sua vida amorosa. Cassiano Leite se afastou quando ela tinha apenas dois anos e abriu mão do pátrio poder, deixando a criação da filha sob responsabilidade do padrasto, Valter Francis.
Segundo a artista, sua mãe, Francis Margarete Afonso, enfrentou uma batalha judicial pela pensão, e a confirmação de que o pai não assumiria suas responsabilidades teve forte impacto emocional. Ela afirmou que essa experiência inicial influenciou sua percepção sobre vínculos afetivos e desencadeou uma sensação de abandono que, em sua visão, se repetiu em outras fases da vida.
Ao relembrar a infância, Piovani contou que chegou a questionar a mãe sobre o que existia de concreto vindo do pai e recebeu uma resposta direta sobre a ausência de qualquer tipo de suporte material ou afetivo. Para ela, esse episódio se tornou um marco emocional que reverberou em sua vida adulta.
Processo terapêutico e autoconhecimento
A atriz destacou que iniciou terapia aos 20 anos e que esse acompanhamento foi fundamental para compreender a relação entre suas experiências amorosas e a figura paterna ausente. Esse processo passou a ser visto como uma forma de identificar padrões recorrentes em seus relacionamentos.
Piovani afirmou que tentou, ao longo do tempo, controlar suas relações afetivas como forma de evitar novas frustrações ligadas ao abandono. Segundo ela, uma observação feita em terapia foi essencial para perceber que não se tratava de eventos isolados, mas de um padrão repetitivo.
Critérios e percepções sobre relações atuais
A artista disse ter desenvolvido critérios mais rigorosos na escolha de parceiros, valorizando aspectos como organização, inteligência, gentileza e generosidade. Ao mesmo tempo, reconheceu que também percebe com facilidade comportamentos que considera negativos, relatando um histórico de relações breves ou instáveis, marcadas por desencontros e rupturas precoces.
Ao final, Piovani refletiu que suas experiências de vida a levaram a entender que a ausência paterna ainda influencia a forma como estabelece vínculos, embora evite transformar essa percepção em rótulos ou julgamentos definitivos sobre suas escolhas afetivas.
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Um post compartilhado por Laura Eliza Nascimento | Advogada de Família e Sucessões (@dralauraelizaadv)
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