Maioria acredita que voto faz diferença no futuro do país, diz estudo
Para quase 80% dos brasileiros, o voto faz diferença na hora de construir um futuro melhor para o Brasil.
Os entrevistados foram questionados como parte da elaboração do estudo "Futuros do Brasil: Sinais de Transformação" feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações Unidas (ONU).
Os condutores da pesquisa entrevistaram especialistas e integrantes da sociedade civil. Com base nisso, foi possível identificar 16 temas centrais relacionados ao futuro do Brasil, incluindo igualdade, educação, saúde, infraestrutura, segurança pública e clima, além de mais de 500 sinais de mudança no país. Entre estes, está o impacto do exercício do direito democrático do voto como vetor de mudança no futuro do Brasil.
Ao todo, 78% disseram que acreditam que seu voto faz diferença na construção de um Brasil melhor. No entanto, quando perguntados sobre o quanto sua autonomia influenciava no futuro do país numa escala de 1 a 10, a média foi de 5,38.
Prioridade seria a educação se fossem presidente
Os participantes também responderam o que mudariam se ocupassem o cargo de presidente da República por um dia, além do que desejam ver no país daqui a 10 anos.
Um dos pontos ressaltado é de oportunidade econômica e emprego, com segurança no trabalho, salários dignos, oportunidades de carreira e estabilidade econômica, pois, segundo os entrevistados, o trabalho digno possibilita "viver com dignidade" e não apenas sobreviver.
Os entrevistados também responderam que gostariam de priorizar a "educação de qualidade para todos" caso fossem presidente por um dia.
O item foi classificado como "transformador", "inclusive independemente de raça ou classe" e capaz de formar "cidadãos conscientes", além de ser considerado "o caminho para romper ciclos de desigualdade".
Por fim, também foi citada a redução de desigualdades e distribuição equitativa de renda como alguns dos principais aspectos que gostariam que fossem implementados no Brasil.
Os entrevistados disseram desejar um “um país mais igualitário”, “igualdade de renda”, “igualdade social e econômica” e “melhor distribuição de renda”.
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