Mulheres que Codam leva modelo de doações em blockchain para o Expo Favela
O programa Mulheres que Codam participa da Expo Favela 2026, realizada entre os dias 27 e 29 de março no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, com foco na apresentação de seu modelo de capacitação e na ampliação de parcerias.
A iniciativa é voltada à formação de mulheres de favelas e comunidades periféricas para atuação no mercado de tecnologia, com cursos em áreas como programação, blockchain e outras tecnologias emergentes. O programa também inclui desenvolvimento de habilidades comportamentais e suporte para inserção profissional.
Formação e inclusão no mercado
Durante o evento, o projeto conta com um estande dedicado à apresentação de suas atividades, resultados e oportunidades de colaboração com empresas e investidores. A proposta é aproximar o programa de organizações interessadas em iniciativas que combinam impacto social e desenvolvimento econômico.
Segundo a fundadora do Instituto Florescer Caldeira, Alessandra Caldeira, a participação no evento busca ampliar a visibilidade da iniciativa.
“Nosso objetivo é preparar mulheres para ocupar um mercado que ainda é pouco acessível para elas, especialmente quando falamos de periferias. Estar no Expo Favela é uma oportunidade de mostrar que já existem caminhos concretos para transformar essa realidade”, afirmou.
A presença ocorre em um contexto de demanda crescente por profissionais qualificados em tecnologia, ao mesmo tempo em que a diversidade ainda é apontada como um desafio no setor.
Doações com blockchain
Um dos pontos apresentados pelo programa é o uso de tecnologia blockchain em seu modelo de financiamento. As doações ao projeto são realizadas por meio de infraestrutura baseada na rede Stellar, com o objetivo de aumentar a transparência e a rastreabilidade dos recursos.
A adoção desse modelo busca facilitar o acesso a apoiadores e ampliar as possibilidades de captação, além de reforçar o uso prático de tecnologias digitais dentro da própria estrutura do projeto.
De acordo com a organização, a iniciativa conecta educação tecnológica, inclusão produtiva e acesso a novas economias digitais, posicionando-se como uma plataforma de impacto social.
Expansão e impacto
A participação na Expo Favela marca um momento de expansão do Mulheres que Codam, que busca fortalecer sua atuação por meio de novas parcerias e ampliar o alcance de suas atividades.
Além da formação técnica, o programa atua na construção de caminhos para inserção no mercado de trabalho e geração de renda, especialmente em regiões historicamente sub-representadas.
A proposta é contribuir para reduzir a lacuna de profissionais no setor de tecnologia, ao mesmo tempo em que promove inclusão e diversidade no acesso às oportunidades digitais.
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