Novela da Globo fez tanto sucesso que mudou economia e movimentou setor
A exibição de Tieta foi muito além do sucesso na televisão. Inspirada no livro Tieta do Agreste, de Jorge Amado, a novela conquistou o público ao retratar a fictícia Santana do Agreste, e foi justamente um cenário real que acabou roubando a cena e mudando a história de uma região inteira.
As gravações externas aconteceram em Mangue Seco, uma pequena vila de pescadores localizada na divisa entre Bahia e Sergipe. Com paisagens formadas por dunas, coqueirais e mar cristalino, o local chamou atenção dos telespectadores e rapidamente se transformou em um dos destinos mais desejados do Nordeste.
Fenômeno fora das telas
Com a repercussão da novela, o turismo na região cresceu de forma significativa, atraindo visitantes de diversas partes do Brasil interessados em conhecer de perto os cenários da trama. Passeios de buggy pelas dunas, antes inexistentes, passaram a ser uma das principais atividades turísticas do local.
O impacto foi direto na economia. Moradores começaram a investir em pousadas, restaurantes e serviços voltados ao turismo, gerando renda e novas oportunidades de trabalho. O movimento intenso ajudou a colocar Mangue Seco no mapa do turismo nacional.
Mesmo décadas após a exibição original, o legado de Tieta ainda é sentido. A associação entre a novela e o vilarejo permanece viva, mostrando como uma produção televisiva pode ultrapassar as telas e transformar a realidade de um lugar.
História da novela
A novela conta a história de Tieta, uma mulher que foi expulsa ainda jovem de sua cidade natal, Santana do Agreste, após ser considerada “escandalosa” pelos costumes conservadores da época.
Anos depois, retorna rica, poderosa e cheia de mistério, despertando curiosidade e incomodando os moradores locais, especialmente aqueles que participaram de sua expulsão. Sua volta mexe com a dinâmica da cidade, trazendo à tona segredos, hipocrisias e disputas familiares.
Ao longo da trama, a história mistura romance, humor e crítica social, abordando temas como moralismo, corrupção, interesses políticos e exploração ambiental.
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