O negócio paralelo delas começou na cozinha e faturou US$ 40 mil no 1º mês
O que começou com experimentos na cozinha e horas de pesquisa em fóruns como o Reddit se transformou em um negócio que faturou US$ 40 mil no primeiro mês e hoje opera com receita mensal de seis dígitos.
A Alice Mushrooms, fundada por Lindsay Goodstein e Charlotte Cruze, nasceu como um projeto paralelo e rapidamente ganhou tração em um mercado competitivo, exigindo estrutura financeira, estratégia de crescimento e planejamento de expansão. As informações foram retiradas de Entrepreneur.
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Da ideia funcional ao modelo de negócio validado
Lindsay Goodstein trabalhava com vendas farmacêuticas quando identificou a oportunidade de criar um negócio paralelo que unisse funcionalidade e sabor. A proposta era desenvolver chocolates funcionais com cogumelos, nootrópicos e adaptógenos voltados ao bem-estar.
A conexão com Charlotte Cruze aconteceu por meio de uma rodada de financiamento pré seed. Cruze se tornaria cofundadora da Alice Mushrooms, empresa que rapidamente estruturou sua operação para atender à demanda crescente.
O início foi marcado por testes práticos de formulação e validação de produto. O que poderia ter permanecido como um experimento artesanal ganhou contornos empresariais ao atingir US$ 40 mil em faturamento logo no primeiro mês de operação.
O dado sinalizou potencial de escala e necessidade de organização financeira desde os primeiros ciclos de venda.
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Crescimento acelerado e disciplina financeira
Atualmente, a Alice Mushrooms registra faturamento de seis dígitos por mês. Esse avanço exige mais do que aceitação de mercado. Demanda controle de fluxo de caixa, planejamento de estoque, estrutura de custos e gestão de margens, especialmente em um segmento que combina alimentos, bem-estar e varejo.
A expansão e o crescimento contínuo no varejo estão no centro da estratégia das fundadoras. Crescer nesse canal implica negociações comerciais mais complexas, prazos diferenciados de pagamento e aumento da necessidade de capital de giro. Em finanças corporativas, esse movimento exige análise rigorosa de viabilidade e projeções realistas de receita.
O salto de um negócio paralelo para uma operação com faturamento recorrente elevado não acontece apenas pelo apelo do produto.
Ele depende da capacidade de estruturar contratos, organizar fornecedores, precificar corretamente e sustentar crescimento sem comprometer a saúde financeira.
Estruturação para escalar com consistência
O crescimento significativo mencionado pelas fundadoras reflete uma fase de consolidação. A transição de testes caseiros para uma marca com presença ampliada no mercado exige decisões estratégicas sobre reinvestimento, expansão e posicionamento competitivo.
Para profissionais que atuam ou desejam atuar em finanças corporativas, a trajetória da Alice Mushrooms evidencia pontos centrais. A importância da análise de viabilidade antes da escala. A necessidade de acompanhar indicadores de desempenho desde o primeiro mês. A disciplina na gestão de receita e custos para sustentar crescimento acelerado.
Empresas que atingem seis dígitos mensais precisam estruturar relatórios, previsões e mecanismos de controle capazes de suportar negociações com parceiros e expansão no varejo. Cada nova etapa de crescimento amplia a complexidade financeira.
Aprenda a gerenciar o orçamento de empresas
Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.
Foi de olho nisso que EXAME e Saint Paul decidiram liberar (com exclusividade e por tempo limitado) mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.
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