O que você não pode fazer com o título de eleitor irregular
Irregularidades no título de eleitor podem limitar o acesso a serviços e oportunidades na vida civil, profissional e acadêmica, alerta o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No Brasil, o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 70 anos, e a principal consequência é a perda do direito ao voto enquanto a situação não for regularizada.
No entanto, as limitações vão além do processo eleitoral. Quem está em dívida com a Justiça Eleitoral não pode, por exemplo, emitir passaporte ou carteira de identidade, salvo em situações específicas, como brasileiros no exterior que precisem retornar ao país.
Além disso, a irregularidade também afeta a vida profissional. O eleitor fica impedido de se candidatar a cargos públicos, já que a quitação eleitoral é requisito obrigatório para participação nas eleições.
Na área educacional, há restrições importantes: não é possível renovar matrícula em instituições de ensino públicas ou fiscalizadas pelo governo enquanto o título estiver irregular.
Instituições privadas também podem exigir o documento.
Outro ponto relevante envolve o acesso a crédito. Segundo o TSE, o eleitor em situação irregular não pode contrair empréstimos em instituições financeiras públicas ou ligadas ao governo.
Como regularizar o título?
A regularização pode ser feita de forma online, pelo Autoatendimento Eleitoral disponível no site do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), ou presencialmente no cartório eleitoral da sua cidade, conforme orientação de cada tribunal regional.
Caso haja multa por ausência não justificada, o pagamento pode ser feito por meio de guia emitida no próprio sistema da Justiça Eleitoral.
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