Quem era o influenciador que foi morto por idoso após invadir casa do ex-namorado

Por Everton Henrique 30 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Quem era o influenciador que foi morto por idoso após invadir casa do ex-namorado

Um caso trágico marcou o último sábado (29), com a morte do influenciador Apolo dos Santos, de 28 anos, em Maringá, no Paraná. De acordo com informações divulgadas por veículos locais, o episódio teria sido motivado por um conflito pessoal envolvendo o fim de um relacionamento. O criador de conteúdo teria ido até a residência do ex-companheiro, onde a situação rapidamente saiu do controle e terminou de forma violenta.

Segundo os relatos, Apolo dos Santos teria invadido o imóvel e tentado agredir o ex-namorado, momento em que o avô do rapaz, um idoso de 81 anos diagnosticado com Alzheimer, reagiu com um disparo de espingarda. Mesmo ferido, o influenciador ainda conseguiu sair da casa, mas caiu no jardim da propriedade. Equipes do Samu foram acionadas, porém, ao chegarem ao local, apenas puderam constatar a morte. O responsável pelo tiro deixou o local, mas foi localizado posteriormente e levado à delegacia, onde foi autuado em flagrante.

Trajetória nas redes e posicionamentos públicos

Natural de São Paulo, Apolo dos Santos havia se estabelecido no interior do Paraná, onde construía sua rotina. Nas redes sociais, ele reunia mais de 50 mil seguidores, compartilhando conteúdos voltados ao estilo de vida saudável e contato com a natureza. Publicações recentes mostravam momentos em trilhas, cachoeiras e viagens, além de registros feitos durante uma passagem pela capital paulista.

O influenciador também utilizava suas plataformas para expressar opiniões sobre temas sociais. Em uma de suas publicações, comentou a eleição da deputada Erika Hilton para a presidência de uma comissão na Câmara. Na ocasião, declarou: “Não existe mulher biológica. Existe fêmea. É diferente! E, mulher é uma pluralidade!”. Em outro trecho, completou: “Então a mulher que for representar, tem que representar ela em todos os aspectos de ser mulher? Acho que a conta não fecha”, refletindo sobre identidade e diversidade.

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