Roland Garros terá campeão inédito após queda de Djokovic para João Fonseca
A derrota do tenista sérvio Novak Djokovic para o brasileiro João Fonseca na terceira rodada de Roland Garros garantiu um feito raro no tênis masculino: pela primeira vez desde 2022, um Grand Slam não terá na chave nenhum campeão de Major ainda em atividade.
O sérvio era o último vencedor de Grand Slam remanescente no torneio após a eliminação surpreendente de Jannik Sinner para o argentino Juan Manuel Cerúndolo e a ausência de Carlos Alcaraz. Com a queda de Djokovic, Roland Garros terá obrigatoriamente um campeão inédito em 2026.
Dono de 24 títulos de Grand Slam, Djokovic buscava em Paris o 25º troféu de Major da carreira, marca que o faria superar Margaret Court e se tornar o maior campeão isolado da história dos torneios de simples, entre homens e mulheres.
Nova fase no tênis?
A eliminação do sérvio também encerra um longo período de domínio dos principais nomes da modalidade. Desde Roland Garros de 2022, todos os títulos de Grand Slam haviam sido conquistados por Djokovic, Sinner ou Alcaraz.
Agora, a chave masculina segue aberta para tenistas que ainda buscam o primeiro troféu de Slam da carreira. Entre eles estão nomes que já chegaram perto da conquista, como o alemão Alexander Zverev, o norueguês Casper Ruud, o grego Stefanos Tsitsipas e o italiano Matteo Berrettini, todos já finalistas de Major.
A última decisão de Grand Slam entre dois tenistas que jamais haviam disputado uma final de Major aconteceu no US Open de 2014, quando o croata Marin Cilic derrotou o japonês Kei Nishikori.
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