‘Terra Nostra’: Angélica e Augusto terão um final surpreendente
Na trama de Terra Nostra, clássico de Benedito Ruy Barbosa, o desfecho de Angélica (Palomma Duarte) e Augusto (Gabriel Braga Nunes) é marcado por uma interessante inversão de papéis e uma forte reconciliação, após passarem boa parte da novela em conflito devido às traições dele e às ambições políticas da família.
Como será o desfecho?
O final do casal na novela da tarde de TV Globo é definido pela união de forças, mas com uma dinâmica renovada. Angélica, que no início era uma jovem submissa e religiosa, termina a história como uma mulher forte e decidida. Ela assume definitivamente as rédeas dos negócios da família, cuidando da administração das fazendas de café de seu pai, Gumercindo (Antonio Fagundes). Ela demonstra um talento nato para a gestão, algo que Augusto, apesar de sua formação, confessa não possuir.
O que mais vai acontecer?
Enquanto Angélica prospera no campo, Augusto consolida sua trajetória na vida pública. Ele é eleito senador e dedica sua carreira à política, mas com uma postura muito mais progressista do que no início da trama. Um dos pontos altos do último capítulo é o discurso de Augusto no plenário, onde ele defende fervorosamente o direito ao voto feminino. Durante sua fala, ele emociona a todos ao declarar publicamente que é sua esposa quem administra suas propriedades, reconhecendo a competência e a inteligência dela diante de uma sociedade ainda extremamente patriarcal.
A cena do plenário também é marcada por um momento de tensão e “briga política”. Diante do discurso inovador de Augusto, parlamentares conservadores iniciam um protesto. Angélica, presente na galeria, não se cala e sobe na tribuna para confrontar os políticos que a ofendem. Quando um deles tenta humilhá-la, mandando-a “descer do poleiro”, Augusto sai em defesa da honra da esposa em uma discussão generalizada que reforça a parceria inabalável entre os dois.
No epílogo, o casal aparece em total harmonia na fazenda da trama da plim plim, cercado pela família e pelos colonos, celebrando o sucesso das colheitas e a nova fase do Brasil. Augusto termina defendendo também a causa dos imigrantes, enquanto Angélica se firma como a verdadeira sucessora do império de Gumercindo, provando que o amor deles sobreviveu às crises e se transformou em uma sociedade de respeito mútuo.
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