Três Graças: Bagdá encontra o cadáver de Jorginho e chora desesperado: ‘Meu pai!’

Por Guilherme Rodrigues 25 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Três Graças: Bagdá encontra o cadáver de Jorginho e chora desesperado: ‘Meu pai!’

Bagdá (Xamã) perceberá uma movimentação na frente da igreja do pastor Albérico (Enrique Diaz) e se aproximará acompanhado de Vandílson (Vinicius Teixeira) e Alemão (Lucas Righi) em Três Graças. O chefe do tráfico da Chacrinha ficará em choque ao ver o cadáver de Jorginho (Juliano Cazarré).

“Meu pai! Meu pai! Quem foi que fez isso com você?”, indagará o bandido, desesperado. “Meu pai… Não faz isso comigo! Não me deixa assim tão cedo, sem se despedir de mim… Por favor!”, seguirá o criminoso, chorando com a situação tensa.

O pastor tentará consolar o homem. “O meu pai, pastor… Jorginho era um pai pra mim…”, lamentará o rapaz. “Agora eu tô sozinho nesse mundo”, dirá Bagdá para Kellen (Luiza Rosa), informou o Notícias da TV. No velório, o traficante e Gerluce (Sophie Charlotte) prometerão vingança.

XAMÃ FALA SOBRE VIVER O BAGDÁ EM TRÊS GRAÇAS

Entrevistado pelo Estrelando, Xamã falou sobre viver o Bagdá em Três Graças. “Nessa novela em especial, com um pouco mais de experiência que na primeira, eu fiquei muito feliz com o convite do Luís, com o teste. E uma das coisas que eu levei para a galera foi que no rap a gente tira as pessoas do crime, de uma certa forma, através da música. Ele tira as pessoas do crime, disse o cantor, relembrando suas origens no rap e o papel transformador da arte”, declarou o famoso.

“É um personagem parecido com muitos amigos meus que às vezes não conseguiram ir para o lado da música, ou foram vítimas da violência do Estado, do descaso, ou acabaram presos. Essas oportunidades vão sumindo, sacou? Acho que é um espaço em que a gente consegue contar um pouco da nossa história também, pegar um pouquinho das coisas que eu vivi aqui no Rio de Janeiro e emprestar meu corpo para esse personagem lá de São Paulo”, apontou o astro.

“Estou muito feliz com o núcleo que a gente criou, a galera lá do Bagdá, os moscapangas. O bacana é a nossa construção, as camadas com as pessoas. A gente troca bastante. É um tom acima da realidade, mas a gente tem esses problemas sociais. Todo mundo que já teve contato com a quebrada empresta um pouco das suas histórias para a composição. Está sendo daora demais”, finalizou Xamã.

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