‘Três Graças’: Ferette termina na cadeia e depende da caridade de Gerluce para sobreviver

Por Marcela 4 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
‘Três Graças’: Ferette termina na cadeia e depende da caridade de Gerluce para sobreviver

A última semana da novela ‘Três Graças’ reserva um destino amargo para o grande vilão Ferette (Murilo Benício). Segundo a colunista Márcia Pereira, do Notícias da TV, após uma vida de crimes e desprezo pelo próximo, o criminoso enfrentará a justiça e uma ironia do destino que servirá como a lição de moral definitiva da trama.

A derrocada de Ferette começa quando Rogério (Eduardo Moscovis) e Zenilda (Andréia Horta) apresentam provas irrefutáveis de seus crimes à Justiça, incluindo ordens de assassinatos e o esquema de fabricação de remédios falsificados.

Desesperado e após sofrer um despejo vexatório, o vilão busca abrigo na comunidade da Chacrinha, local que sempre desprezou. Lá, ele descobre a traição de Arminda (Grazi Massafera), que tenta fugir com milhões escondidos, mas acaba presa após atropelar e matar Lucélia (Daphne Bozaski).

Em um último ato de crueldade, Ferette recruta Samira (Fernanda Vasconcellos) para sequestrar a pequena Ana Maria e atrair Gerluce (Sophie Charlotte) para uma emboscada mortal. No confronto final, o vilão fica na mira de Paulinho (Romulo Estrela), que é mais rápido, acerta um disparo no criminoso e efetua sua prisão.

Passagem de tempo: O estado deplorável de Ferette

Após o julgamento, a novela dará um salto temporal de sete anos. O público verá um Ferette irreconhecível no sistema carcerário: de cabeça raspada, debilitado fisicamente e enfrentando graves crises de tosse e sufocamento.

O estado de saúde do vilão remeterá diretamente ao sofrimento de Lígia (Dira Paes) no início da história, criando um ciclo de justiça poética.

A ironia final e a lição de moral

O desfecho sacramentado do crápula acontece em uma fila de distribuição de medicamentos dentro do presídio. Muito debilitado, ele estende a mão para receber sua dose e tem uma visão impactante: vê o rosto de sua maior inimiga, Gerluce, no carcereiro.

A cena final revela a ironia máxima através do contraste cruel entre o passado e o presente do vilão. Enquanto Ferette construiu sua fortuna de forma criminosa ao lucrar com a distribuição de pílulas de farinha para doentes desesperados, ele agora enfrenta um castigo poético ao depender de remédios verdadeiros para lutar contra a própria enfermidade. A redenção do sistema de saúde na trama se consolida no fato de que os medicamentos que garantem sua sobrevivência na prisão são fruto da fundação gerida por Gerluce, que transformou seu ódio em um projeto de saúde pública para todos, alcançando inclusive o homem que tentou destruí-la.

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