Vício em cigarro matou ator de novela da Globo aos 74 anos
Um dos nomes mais conhecidos da dramaturgia brasileira, Cláudio Marzo teve a morte cercada por comoção entre fãs e colegas de profissão. O ator faleceu aos 74 anos, em março de 2015, após enfrentar complicações causadas por um enfisema pulmonar, doença frequentemente associada ao tabagismo de longo prazo.
Segundo informações divulgadas na época, o artista passou por internações sucessivas por conta de problemas respiratórios e não resistiu ao agravamento do quadro clínico. O enfisema pulmonar compromete a capacidade respiratória e está entre as principais doenças relacionadas ao consumo contínuo de cigarro.
Trajetória na TV
Dono de uma carreira sólida, Marzo marcou gerações como galã em novelas de grande sucesso da TV Globo. Entre os trabalhos mais lembrados estão produções como Irmãos Coragem, Véu de Noiva, Fera Ferida e Mulheres Apaixonadas.
Além da presença marcante nas novelas, o ator também construiu uma trajetória respeitada no teatro e no cinema. Com talento reconhecido pelo público e pela crítica, permaneceu como um dos rostos mais emblemáticos da televisão brasileira.
Mesmo após sua partida, Cláudio segue lembrado por personagens icônicos e pela contribuição à história da teledramaturgia nacional. Sua morte também alerta para debates sobre os impactos do cigarro na saúde e os riscos provocados pelo tabagismo ao longo dos anos.
Homenagens dos famosos
Nas redes sociais, diversos famosos e amigos do ator prestaram suas homenagens na época do seu falecimento. “Adeus, Cláudio Marzo! Acabou meu domingo com essa notícia da morte!!! Mais um grande ator que se vai!”, falou a apresentadora Sônia Abrão.
“A gente atuou junto e fez par romântico em quatro novelas. A gente se dava muito bem, tinha uma química muito legal, era muito agradável, ele era um grande ator, muito receptivo, muito expressivo. Era fantástico trabalhar com ele. É difícil encarar que a gente não vai se encontrar mais. Viveu intensamente e nos deixou um patrimônio de emoções indescritível”, lamentou Regina Duarte.
“Hoje pra mim é um dia imensamente triste, mas muito triste mesmo (…) Ele me recebeu com uma cortesia que só um ser humano de primeira grandeza poderia ter. Eu devo muito da minha carreira a esse homem (…) O último contato que eu tive com ele, nós dois estávamos internados. Isso tem uns sete meses. Ele estava internado num quarto e eu no outro, mas não sabia. Fui andando até lá. No segundo dia, ele não me reconheceu (…) De qualquer maneira, enquanto ele esteve consciente, conservou um carinho e uma compreensão muito grande”, escreveu Tonico Pereira.
“Trabalhamos juntos algumas outras vezes, mas esse trabalho [A Indomada] foi inesquecível, porque foi uma grande parceria. Me lembro a primeira cena em que eu desci a escada rolando e eu falei ‘Pedro Afonso, stop’ (…) Eu só acompanhei à distância e sentindo falta dele, porque ele não estava mais na ativa e eu estava preocupada com isso (…) Fica aí o nosso adeus agradecido por tantos momentos bonitos que ele nos deixou e uma boa viagem a ele”, disse a atriz Eva Wilma.
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