Vítima de transfobia rompe o silêncio após ataque de Cassia Kis: ‘Foi asquerosa’

Por Letícia Couto 27 de Abril de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Vítima de transfobia rompe o silêncio após ataque de Cassia Kis: ‘Foi asquerosa’

A atriz Roberta Santana quebrou o silêncio sobre o ataque de transfobia que sofreu de Cassia Kis. O episódio ocorreu na última sexta-feira (24/4), no banheiro de um shopping no Rio de Janeiro, enquanto a jovem de 25 anos chegava para trabalhar. Revoltada, a auxiliar de restaurante afirmou que levará o caso à polícia e à Justiça.

“Escutei ela falando absurdos, mas me fiz de maluca e entrei na cabine. Quando saí, ela estava reclamando com a funcionária do banheiro, que já me conhece. Cheguei perto e perguntei se estava falando comigo e ela começou a se alterar”, revelou à colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles.

O que a famosa disse?

E completou: “Ela falou que o Brasil está perdido, que era um absurdo um homem estar usando o banheiro das mulheres. Então, eu falei ‘eu sou uma travesti e você tem que respeitar travesti em banheiro feminino”.

Em seguida, expôs a fala da famosa: “Ela falou ‘então, você está assumindo que é homem’. Travesti não é homem, é gênero feminino, mas ela é ignorante. E são as leis, ela tem que respeitar, senão não pode viver em sociedade”.

Então, lamentou: “Ela esperou que eu fosse pra um lado e foi para o outro. Nos encontramos no corredor seguinte e eu perguntei se ela estava me seguindo. Ela começou a gritar no corredo do shopping. Acho que foi para tentar me intimidar”.

Como Cássia Kis reagiu?

Ainda mais, a vítima expôs detalhes da postura polêmica da veterana. “Ela foi bem asquerosa, bem ruim mesmo. Não a conheço, só tive esse contato, mas deu pra ver a maldade na fala dela. Ela me humilhou muito, foi uma situação muito constrangedora”, afirmou.

Na sequência, Roberta destacou que foi a primeira vez que viveu uma situação como essa: “Nunca tinha passado por isso na minha vida. Escutei coisas como ‘não tem placa autorizando sua entrada aqui’ e ‘o Brasil não vai pra frente por isso, essas coisas absurdas’. A chamei de mal-educada e transfóbica, mas fiquei muito abalada e frustrada. Foi uma violência verbal”.

Por fim, a jovem revelou que, nesta segunda-feira, 27/04, vai procurar apoio jurídico: “Ela tem que pagar pelo que fez”.

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