Vivo reduz emissões em 91% e antecipa neutralidade climática para 2035

Por institucional 27 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Vivo reduz emissões em 91% e antecipa neutralidade climática para 2035

A Vivo, maior operadora de telecomunicações do Brasil, chegou a 2025 celebrando: antecipou em cinco anos a meta de neutralidade climática, de 2040 para 2035. Um resultado da plataforma Futuro Vivo, que conecta ESG às decisões de negócio, direcionando  anualmente investimentos da ordem de 9 bilhões de reais em infraestrutura e iniciativas socioambientais.

Em dez anos, a companhia reduziu suas emissões próprias em 91%, combinando energia 100% renovável, biocombustível na frota e eficiência operacional.

A operadora mantém 75 usinas próprias de geração distribuída em fontes solar (71%), hídrica (21%) e biogás (8%), que produzem mais de 646 MWh anuais, equivalente ao consumo de 308.000 residências.

Na cadeia de fornecedores, 90% dos 125 parceiros mais carbono-intensivos já estão engajados em metas climáticas, o que rendeu à Vivo nota máxima, “A”, no Carbon Disclosure Project (CDP) por seis anos consecutivos.

Ainda em 2025, a empresa anunciou a Floresta Futuro Vivo: em parceria com a Re.green, a companhia assumiu a recuperação e proteção de mais de 800 hectares no Mosaico Gurupi-Turiaçu, entre Maranhão e Pará, com plantio de 900.000 árvores de 30 espécies nativas ao longo de 30 anos.

A área é uma das zonas mais desmatadas da Amazônia oriental e abriga o macaco-caiarara, um dos 25 primatas mais ameaçados de extinção do mundo. O projeto inclui corredores ecológicos, fortalecimento de cadeias produtivas, como manejo de sementes e frutos, e consulta ativa a comunidades tradicionais num raio de até 20 quilômetros.

“Um negócio só é verdadeiramente sustentável quando gera valor para o planeta e para a sociedade. Restaurar a biodiversidade na Amazônia é um compromisso que assumimos com a maior floresta tropical do mundo e com as próximas gerações”, afirma Christian Gebara, CEO da Vivo.

Em economia circular, a companhia lidera o maior programa de reciclagem de eletrônicos de pequeno porte do país. O Vivo Recicle coletou mais de 5,3 milhões de itens desde 2006 — só em 2025, foram 45 toneladas devolvidas à cadeia produtiva, crescimento de 21% ante o ano anterior, com meta de ampliar em 150% o volume até 2035.

Também continuam avançando os indicadores de diversidade: 34,4% dos cargos de liderança são ocupados por pessoas negras; 35% dos cargos diretivos, por mulheres; e o conselho de administração, com 42% de mulheres, figura entre os mais diversos do Brasil. A meta para 2035 é chegar a 40% em ambos os grupos em posições de alta liderança.

Sua estrutura de governança inclui dois Comitês de Sustentabilidade e mais de 100 indicadores monitorados. Desde 2019, a remuneração variável está atrelada a essas metas: 20% do bônus de curto prazo dos executivos e 10% do de longo prazo, além de compor o PPR anual dos 34.000 colaboradores.

A Fundação Telefônica Vivo investiu 47 milhões de reais em competências digitais para a educação pública. Em 2025, as ações beneficiaram 2,4 milhões de estudantes e educadores em todo o Brasil.

Liderada por Marina Daineze, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Vivo, a agenda ESG da companhia ganhou status estratégico. “O que nos move é a certeza de que sustentabilidade não é um caminho paralelo; é o próprio negócio. Esse compromisso nos coloca na vanguarda”, diz Joanes Ribas, diretora de Sustentabilidade da empresa.

DESTAQUES DO SETOR

Em 2025, a TIM atingiu 100% de energia elétrica renovável, sendo cerca de 65% provenientes de usinas de geração distribuída, principalmente solares, e avançou em economia circular e gestão de resíduos.

Os investimentos também foram direcionados à expansão da conectividade no campo, diversidade e capacitação de colaboradores, além de iniciativas do Instituto TIM em parceria com organizações como a Gerando Falcões.

Para 2026, a operadora de telecomunicações projeta aprofundar seus compromissos climáticos, com meta de neutralidade de carbono até 2030 e Net Zero até 2040, e ampliar ações em inteligência artificial, segurança cibernética e proteção de dados.

“Ao integrar tecnologia, ética e visão de futuro, transformamos desafios sociais e ambientais em alavancas de inovação, relevância e valor duradouro”, destaca Mario Girasole, VP de Assuntos Regulatórios, Institucionais e Sustentabilidade da empresa.

Em 2025, a TOTVS, maior empresa de tecnologia e ERP do Brasil, reduziu em 39,5% suas emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1), atingiu 88% de energia renovável nas operações e registrou queda de 11% no consumo de energia elétrica.

A companhia também destinou 4,5 toneladas de resíduos eletrônicos para reaproveitamento, avançando em economia circular.

No campo social, a empresa investiu 8,3 milhões de reais no Instituto Percorre, que conectou mais de 1.500 jovens ao mercado de tecnologia. Em diversidade, conta com 12.000 colaboradores de 18 nacionalidades e 41% de mulheres na liderança.

Para 2026, a TOTVS amplia em 63% o orçamento de sustentabilidade, com foco na convergência entre dados financeiros e ESG e no uso da inteligência artificial como vetor de eficiência e descarbonização para seus clientes.

“Nosso propósito é potencializar a evolução dos negócios e das pessoas, e isso só é genuinamente possível quando se atua de forma íntegra, ética e responsável”, destaca o CEO Dennis Herszkowicz.

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