6 dos 10 parques aquáticos mais visitados da América Latina são do Brasil; saiba quais

Por Daniel Giussani 16 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
6 dos 10 parques aquáticos mais visitados da América Latina são do Brasil; saiba quais

Toboáguas com looping, piscinas com ondas artificiais, atrações temáticas.

O mercado de parques aquáticos está aquecidíssimo e movimenta mais de 11 milhões de visitantes por ano só na América Latina.

E o Brasil está na liderança deste mercado na região. Seis dos 10 parques aquáticos mais visitados da América Latina ficam no Brasil.

E não é só da região, não.

Três dos 20 parques aquáticos mais visitados do mundo ficam por aqui.

O Thermas dos Laranjais, em Olímpia (SP), foi o quarto parque aquático mais visitado do planeta em 2024, à frente de todos os parques da Disney e da Universal. Em 2024, registrou cerca de 1,8 milhão de visitantes.

Já o Hot Park, em Rio Quente (GO), ficou na 11ª posição, com 1,4 milhão de visitantes.

Para fechar o Top 20, o Hot Beach, também de Olímpia, ficou em 18º lugar, com 1,1 milhão de visitantes.

O crescimento dos parques brasileiros é sustentado por um turismo doméstico mais forte, um modelo de gestão próprio e investimentos consistentes em novas atrações.

Quais são os parques aquáticos mais visitados da América Latina

O quarto parque aquático mais visitado do mundo fica no interior de São Paulo, em uma cidade com pouco mais de 60.000 habitantes.

Fundado em 1987, o Thermas dos Laranjais nasceu como clube social, em uma cidade voltada à citricultura.

O ponto de virada veio com a descoberta de águas termais. O que começou com piscinas aquecidas virou um complexo com mais de 60 atrações e 240 milhões de reais em receita anual.

Boa parte da verba é reinvestida todos os anos em expansão. O projeto mais ambicioso é o Nações, um dos maiores complexos de toboáguas do mundo, com 33 metros de altura e tecnologia canadense. O brinquedo recebeu 60 milhões de reais em investimento e será inaugurado em breve.

“É o primeiro do tipo no Ocidente. Desenvolvido sob medida. Não existe nada igual no mundo”, diz Jorge Noronha, CEO do parque.

A estratégia é clara: lançar uma grande atração por ano para manter o interesse do público. “Se só 5% dos nossos 2 milhões de visitantes vierem por causa do brinquedo novo, são 100 mil pessoas a mais. Isso paga o investimento rapidinho.”

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