Açaí na infância pode proteger contra ansiedade e depressão, indica estudo

Por Amazônia Vox 13 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Açaí na infância pode proteger contra ansiedade e depressão, indica estudo

*Por Daniel Nardin, com edição de Natália Mello

Enquanto organizava os frascos com dosagem de açaí para uma nova rodada de testes com ratos na pequena sala do Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico), da Universidade Federal do Pará (UFPA), no campus de Belém (PA), Taiana Simas sentiu dores na coluna e forte enjoo, o que a obrigou a parar tudo.

O mal-estar aumentou e ela ligou para o marido. Em minutos, Rafael estava com a esposa na emergência do hospital. Os exames iniciais não indicaram a causa, que Taiana atribuiu ao cansaço pelas longas horas de estudo e pesquisa. Dias depois, em janeiro de 2025, recebeu a notícia que esperava: estava há um mês grávida da primeira filha.

Helena nasceu após doze horas de trabalho de parto, no dia 29 de agosto. Apenas dois dias antes, Taiana tinha feito a qualificação do doutorado e uma semana antes, submetido o artigo com resultados da pesquisa que liderou durante os meses de gravidez.

“Foi muito cansativo. Não é fácil conciliar. Pesquisa é algo desafiador e nessa fase experimental a gente costuma dizer que tem hora para começar, mas não para terminar. É um trabalho minucioso que exige muita organização e atenção, para evitar vieses”, relembra.

O ponto que vai unir a pesquisa com o nascimento de Helena será a aplicação dos resultados na alimentação da primeira filha: os benefícios do consumo de açaí desde os primeiros anos de vida, infância e adolescência para prevenir transtornos como depressão e ansiedade.

Mais que uma tradição de sua família, assim como boa parte das famílias na Amazônia, Taiana tem agora o reforço do argumento científico. O artigo, que resume os dados e conclusões da pesquisa de doutorado, é assinado por mais doze pesquisadores (todos da UFPA) e foi publicado em janeiro deste ano pela revista Food Research International.

A divulgação da pesquisa em revista internacional aponta para um possível aproveitamento ainda não considerado para o açaí numa demanda que é cada vez maior no mundo e especialmente no Brasil.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com transtornos mentais. Entre os mais mencionados estão a ansiedade e a depressão, com outros levantamentos colocando o Brasil no topo do ranking desses dois transtornos.

Um dos pontos de inovação da pesquisa foi a busca para identificar mais do que propriedades do açaí que pudessem combater a ansiedade ou depressão, mas sim a capacidade do consumo de prevenir esse tipo de transtorno.

“Acredito muito no aspecto nutricional para prevenção de patologias. Como farmacêutica, defendo que a gente evite medicação quando for possível de ser evitada. Às vezes você resolve um problema com o medicamento, mas cria muitos outros”, destaca.

Para ela, esse tipo de avaliação científica fortalece o conhecimento tradicional, ainda mais em algo que culturalmente já está presente na alimentação amazônida e que deve ser valorizado.

“É importante gente avaliar esse aspecto de composto bioativo dentro da nossa região, para que possa nos ajudar a evitar doenças e não a tratá-las com mais medicamentos. Por isso é que a gente apostou nesse aspecto de prevenção, utilizando uma matriz local e não um fármaco propriamente dito”, complementa Taiana.

Resultados abrem perspectiva para nova fase de estudo com humanos

O estudo comprovou que ratos adolescentes que consumiram suco clarificado de açaí mostraram menos ansiedade e sinais de depressão em testes comportamentais e de análise do cérebro do que o grupo de animais que não receberam a dosagem de açaí equivalente ao consumo de meio litro de açaí por dia.

Para chegar a essa conclusão, a equipe liderada promoveu uma bateria de testes em laboratório para avaliar aspectos comportamentais em modelo animal, utilizando ratos. Testes como campo aberto e labirinto em cruz elevada foram usados para investigar aspectos emocionais dos animais, confrontando comportamentos naturais de exploração com a aversão à locais abertos.

Por fim, foi aplicado o teste do nado forçado, em que os animais são colocados em um  tanque com água para analisar condutas comportamentais de salvamento, como nado e saltos, além da avaliação de imobilidade destes animais, como indicativo de comportamento tipo depressivo.

“Em todas as avaliações, o grupo que ingeriu açaí teve significativa melhora comportamental em relação aos animais que não receberam açaí, demonstrando redução  dos parâmetros de ansiedade e depressão, associada aos efeitos dos compostos bioativos”, afirma Marta Barbosa, doutoranda em ciências farmacêuticas e uma das autoras do estudo.

Marta ficou responsável por acompanhar toda a etapa de testes com os ratos, que incluiu também análises bioquímicas nos cérebros dos animais. Conforme detalha o artigo, aqueles que receberam açaí tiveram maior equilíbrio antioxidante no sistema nervoso.

As pesquisadoras identificaram que os compostos bioativos do açaí aumentaram enzimas protetoras no córtex pré-frontal (parte do cérebro responsável pelo controle emocional) e hipocampo ventral (parte ligada à resposta ao estresse), além de reduzir danos oxidativos na amígdala (outra parte do cérebro, onde se processa o medo), sem alterar neurotransmissores como serotonina.

Em resumo  - e retirando o “cientifiquês”: os compostos do açaí atuaram como escudo natural contra o estresse celular em regiões do cérebro que são responsáveis pelas emoções, promovendo bem-estar mental, especialmente na fase vulnerável da adolescência.

Entre os achados da pesquisa, Marta destaca processos que serviram como “defesa” da ansiedade e da depressão.

“A gente tem uma enzima no nosso corpo chamada catalase, que é como se fosse uma enzima boa, que aumenta em caso de inflamação. Então, nos animais que tiveram dieta à base de açaí, a gente teve uma melhora significativa dessa enzima”, explica Marta Barbosa.

O uso de ratos é consenso na ciência, por sua compatibilidade de 99% com humanos, sendo amplamente adotado antes de testes em pessoas. A pesquisa optou por ratos adolescentes, com ingestão de açaí equivalente aos primeiros anos de vida até os 18 anos em humanos.

Uma das orientadoras da pesquisa, a neurocientista Cristiane Maia, professora e coordenadora do Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico), destaca o caráter inédito e até surpreendente dos resultados da pesquisa.

“O cientista adora se surpreender com os seus resultados. E comprovamos que o açaí, por si só, melhora as condições de emocionalidade para os testes que aplicamos, de ansiedade, depressão, e locomoção espontânea, em relação àqueles grupos de animais que não consumiram açaí”, detalha.

Ela afirma que, como toda ciência, esses resultados sugerem mais do que respostas, mas, sim novas perguntas.

“Agora você tem um indicativo que essa alimentação é boa, mas dá para avançar até para se pensar num tipo de medicamento? Então, tudo começa aqui, nesses primeiros resultados. A partir deles, muitos caminhos podem ser tomados”, complementa.

“Qual é a molécula no corpo que está sendo modificada para produzir os resultados que a gente encontrou? De que forma os compostos enriquecidos do açaí melhoram a neuroquímica do nosso corpo, já que vimos que ele é antioxidante. Me parece que, além de tudo, o açaí é também um neuroprotetor”, avalia Cristiane.

Para avançar em algumas dessas respostas, o pesquisador e professor Hervé Rogez, também um dos autores do artigo e responsável pela composição do açaí clarificado, que foi a dieta dos animais, prepara uma fase da pesquisa com humanos, que deve iniciar ainda neste mês de fevereiro.

Toda a criteriosa fase de autorização foi concluída e os testes devem começar nos próximos meses, com grupos de voluntários no Hospital Militar de Belém. A ideia será avaliar os resultados pelo consumo de açaí com diferentes grupos, com diferentes faixas etárias e estados emocionais.

Separando o joio do trigo. Ou melhor: a gordura do composto bioativo

O pesquisador Hervé é um exemplo prático de uma música bastante conhecida no Pará, eternizada pelo cantor e compositor Pinduca, em que diz: “Quem vai ao Pará, parou. Tomou açaí, ficou”.

Há mais de 30 anos, o cientista belga tomou e ficou, fixando residência na capital paraense e fazendo da UFPA sua segunda casa, onde fundou e dirige o Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia, também na universidade.

Ali, entre outras pesquisas - com maior enfoque no açaí e no cacau, ele coordenou todo o trabalho para produzir o açaí clarificado que foi usado em mamadeiras para os ratos durante os testes, com dosagem diária.

De perto e em contato com comunidades, ele estuda e acompanha a evolução do conhecimento científico que já faz parte da sabedoria popular, sobre os benefícios do fruto, que agora chega num novo patamar.

“Nos anos 1990, tivemos muitos estudos sobre isso que a música fala, que o açaí é viciante, um hábito e vício positivo aqui na região. Que tem os benefícios, mas buscamos investigar mais o que causa de fato no cérebro para esse bem-estar após tomar açaí”, relembra.

Em relação ao açaí in natura, consumido diariamente na mesa do amazônida - o açaí clarificado é um produto igual, mas com a eliminação de alguns componentes.

A diferença entre os dois tipos de açaí consiste no processo específico do clarificado, que serve para os testes em laboratório - mas pode ser caminho de base para bebidas enriquecidas e com potencial comercial no futuro.

No processo de clarificação, o resultado lembra mais um suco de uva, pela cor mais translúcida e a espessura do líquido, que lembra a água. Um aspecto bem diferente do roxo forte e espessura de papa ou creme do açaí “do grosso” e, por dentro, sem fibras, gorduras e proteínas.

Hervé destacou que com o tempo perceberam outros trabalhos que reiteravam que os antioxidantes do açaí apresentam várias propriedades funcionais e muitos benefícios para a saúde.

"De lá vem a ideia de que talvez eles possam também apresentar um caráter de prevenção em doenças neurológicas, até se descobrir que as antocianinas, que dão a cor roxa, são também excelentes ansiolíticos”, disse.

A pesquisa atual tem como novidade o fato de que ajudou a filtrar mais os compostos do açaí, associando diretamente ao efeito ansiolítico e antidepressivo.

“Eu fiquei surpreso. A gente conhece esse saber popular de que açaí relaxa e dá um sono. Mas, a gente associava até então à gordura presente. Por exemplo, quando a gente come uma feijoada ou maniçoba, tem mais peso no estômago e vem sono naturalmente, porque a digestão é mais lenta e o processo digestivo lento acarreta também uma sonolência”, detalha Hervé.

Nesse sentido, com os resultados do açaí clarificado, sem esses componentes que estão presentes em outros alimentos, ficaram mais evidentes as características presentes no fruto.

“Por isso a gente trabalhou propositalmente sem os lipídios, sem a gordura do açaí, sem as fibras, sem as proteínas”, reforça.

“Assim, conseguimos entender que as propriedades ansiolíticas e antidepressivas do açaí se devem necessariamente aos antioxidantes. E não aos lipídios ou gordura, como eu pensava antigamente”, afirma o pesquisador.

Conhecimento tradicional e biodiversidade inspiram, mas falta investimento

A rotina nas pequenas salas do Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico) é um pouco do recorte que se observa em dezenas de universidades e centros de pesquisa nos nove estados que compõem a Amazônia Legal.

Ali, jovens pesquisadores e veteranos cientistas dividem poucos equipamentos e convivem com poucos recursos para aprofundar testes, enquanto têm, na biodiversidade e conhecimento tradicional da própria região onde moram o insumo, inspiração e matéria-prima de suas pesquisas.

A baixa remuneração para pesquisa e o alto custo de vida em Belém, no entanto, afastam pesquisadores promissores da academia.

“Fazer ciência e pesquisa na Amazônia é muito difícil. Mas somos criativos em função dessa dificuldade. Nós temos um número limitado de bolsas para esses alunos que têm que se dedicar pela manhã, tarde e noite para os estudos", comenta Cristiane Maia.

Segundo ela, na pesquisa não tem final de semana, não tem feriado, não tem datas comemorativas. "Então os alunos precisam estar muito tempo dedicados ao laboratório, estudando o seu objeto de pesquisa”.

Maia ajudou a fundar e coordena o Lafico, dividindo o tempo entre as próprias pesquisas, as orientações de mestrandos e doutorandos e, ainda, dando aulas para as turmas de graduação e pós-graduação.

“A gente tem muito amor pelo que faz e entende a importância. A gente sabe que aqui estamos ensinando os alunos a serem cientistas”, destaca.

O ponto é que ao mesmo tempo em que existe esse ambiente favorável, a baixa destinação de recursos para as instituições da região acaba reduzindo esse potencial.

“Temos abandonos na pesquisa, de pessoas muito promissoras, mas que não podiam sobreviver com a bolsa que eles recebem hoje, que realmente não dá para você ter uma família e receber uma bolsa apenas. Isso realmente limita bastante”, afirma.

A “dor” de Cristiane é um coro único e frequente de pesquisadores em toda a região amazônica há anos.

Recentemente, em artigo publicado no site The Conversation, os pesquisadores Adalberto Luis Val, Francisco Ribeiro da Costa, Leandro Juen, Susana Braz-Mota e Tiago da Mota e Silva abordaram justamente o alto potencial da pesquisa e ciência na Amazônia em contraste com a persistência da desigualdade de recursos.

Entre diversos recortes, basta mencionar um que está na base da pesquisa: as bolsas de estudo. Afinal, quem pesquisa precisa de dedicação e tempo para esse trabalho.

De acordo com dados do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), os estados da Amazônia Legal recebem frações desse investimento.

A região recebe apenas 4,8% do orçamento para bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e 6,2% da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A jovem pesquisadora Marta Barbosa reforça essa dificuldade. “A maior dor é a falta de recurso e financiamento, que é muito escasso. Por mais que a gente encha os olhos com a possibilidade de uma futura molécula, um futuro biocomposto, esbarramos na falta de equipamento, de equipe e de recursos. A gente consegue olhar o que pode estar acontecendo, mas a gente não tem como reproduzir em laboratório, por exemplo”, complementa.

Para a professora Cristiane Maia, a Amazônia reúne uma rara combinação entre rica biodiversidade e o saber ancestral e tradicional, que estimula novas perguntas e é base de pesquisas, o que favorece a produção científica apesar das limitações.

“Ser cientista é ser curioso. Olhar para a natureza, relacionar com os problemas que são solucionáveis e de que forma você pode responder perguntas que nos incomodam, tendo a comunidade e as pessoas como foco. Acho que todos aqui têm esse compromisso e resistem para seguir produzindo conhecimento científico na região”, concluiu.

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