Aos 39 anos, executiva largou salário de seis dígitos e toma decisão que muda sua vida financeira
Christina Jones construiu uma carreira jurídica marcada por longas jornadas, pressão por desempenho e um salário de seis dígitos em uma organização sem fins lucrativos.
No dia em que completou 39 anos, uma colisão entre seu carro e um caminhão a levou a reavaliar riscos pessoais e profissionais.
Meses depois, ela deixou o emprego estável para lançar a própria empresa de consultoria. As informações foram retiradas de Business Insider.
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Carreira construída sob alta performance e pressão por resultado
Antes de empreender, Jones atuou, entre outras funções, no gabinete do procurador-geral do Distrito de Columbia e ocupava um cargo em uma organização sem fins lucrativos sediada em Minnesota, voltada ao apoio a sobreviventes de violência de gênero. Mesmo após o nascimento do filho, Xavier, manteve o ritmo intenso de trabalho.
Ela relata que trabalhava até perto da meia-noite, revisando documentos de política pública enquanto o filho dormia.
Em determinado momento, passou a programar o envio de e-mails noturnos para o início da manhã seguinte, mantendo a percepção de produtividade constante.
Jones afirma que sentia necessidade de provar seu valor. Segundo ela, mulheres, especialmente mulheres negras, frequentemente buscam demonstrar que pertencem aos espaços que ocupam. A disciplina e o hábito de conferir detalhes repetidamente faziam parte dessa lógica de desempenho.
Para profissionais de finanças corporativas, o cenário é conhecido. Alta entrega, visibilidade interna e progressão salarial costumam ser os pilares de uma trajetória executiva tradicional.
No caso dela, o pacote incluía salário elevado, plano de saúde com 75 por cento subsidiado pela empresa e contribuição de 3 por cento para aposentadoria, além do regime totalmente remoto.
O evento que alterou a percepção de risco
Em 18 de janeiro de 2025, enquanto seguia para um restaurante com o marido e amigos para comemorar o aniversário, o carro em que estava colidiu com um caminhão. Apesar de os ocupantes terem saído com ferimentos leves, o episódio foi descrito como traumático.
A experiência levou Jones a reconsiderar decisões que vinha adiando havia meses. Ela já refletia sobre abrir uma consultoria própria, mas o medo de abrir mão da estabilidade financeira funcionava como freio. O acidente alterou sua perspectiva sobre tempo, prioridades e exposição ao risco.
No universo das finanças corporativas, decisões estratégicas frequentemente envolvem avaliação de risco versus retorno. No caso dela, a análise deixou de ser apenas financeira e passou a incorporar variáveis intangíveis, como propósito, autonomia e gestão do tempo.
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Renúncia à estabilidade e estruturação do novo negócio
A decisão de deixar o cargo foi tomada após conversas com o marido e com a mãe, que a apoiaram. Ela pediu demissão em meados de junho de 2025 e cumpriu aviso prévio de dois meses, mantendo a relação profissional de forma cordial.
Em agosto do mesmo ano, lançou a Command Joy Co., empresa voltada a ajudar profissionais do terceiro setor a transformar paixão em impacto sustentável. A transição envolveu abrir mão de renda fixa e benefícios corporativos em troca de potencial de crescimento próprio e maior controle sobre a agenda.
Jones reconhece que o empreendedorismo pode gerar sensação de isolamento e, por isso, busca almoçar com outros empresários três ou quatro vezes por mês para trocar experiências. A empresa, segundo ela, está prosperando, enquanto continua em fase de aprendizado e expansão.
Aprenda a gerenciar o orçamento de empresas
Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.
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