Como dar à IA a capacidade de ‘pensar’ sobre o ‘seu próprio pensamento’, segundo pesquisadores

Por Gabriella Uota 4 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Como dar à IA a capacidade de ‘pensar’ sobre o ‘seu próprio pensamento’, segundo pesquisadores

Charles Courchaine, Hefei Qiu e Joshua Iacoboni desenvolvem um modelo matemático que pode permitir que sistemas de inteligência artificial generativa monitorem e regulem seus próprios processos internos de raciocínio.

A proposta discute a incorporação do conceito de metacognição à IA — a capacidade de reconhecer falhas, incertezas e contradições durante o processamento de informações. As informações foram retiradas de Fast Company.

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Quem desenvolve o modelo de metacognição em IA

Charles Courchaine, Hefei Qiu e Joshua Iacoboni atuam no desenvolvimento de uma estrutura matemática voltada à metacognição em sistemas de IA generativa. O artigo não informa o título formal do estudo nem especifica a revista científica ou conferência em que a pesquisa foi submetida ou publicada.

O objetivo declarado por Charles Courchaine, Hefei Qiu e Joshua Iacoboni é criar mecanismos que permitam que modelos de linguagem de grande escala — como ChatGPT ou Claude — acompanhem seus próprios estados internos, avaliando níveis de confiança e identificando quando um problema exige mais atenção computacional.

O que os pesquisadores entendem por metacognição

A metacognição é definida como o processo de monitorar o próprio pensamento, reconhecer quando algo não está funcionando e ajustar a estratégia. No comportamento humano, esse mecanismo é descrito como fundamental para a inteligência.

Charles Courchaine, Hefei Qiu e Joshua Iacoboni afirmam que, até recentemente, esse tipo de capacidade recebeu pouca atenção no desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial. Modelos generativos atuais produzem respostas, mas não possuem meios internos para identificar confusão, inconsistência ou incerteza durante o raciocínio.

Como funcionaria a metacognição em sistemas generativos

De acordo com Charles Courchaine, Hefei Qiu e Joshua Iacoboni, a estrutura matemática proposta funcionaria como uma forma de monitoramento interno do modelo. O sistema poderia avaliar se suas respostas apresentam conflitos, se a informação disponível é suficiente ou se o problema apresentado foge de padrões conhecidos.

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Esse processo seria semelhante a um "monólogo interno", no qual a IA avaliaria sua própria performance antes de finalizar uma resposta. Não há, no entanto, detalhamento técnico sobre implementação prática, testes empíricos ou resultados quantitativos.

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