Fora da Copa: vexame histórico derruba presidente da federação italiana
A crise no futebol italiano ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira, 2. O presidente da Federação Italiana de Futebol, Gabriele Gravina, renunciou ao cargo após o novo fracasso da seleção nas Eliminatórias para a Copa do Mundo.
Falha na classificatória foi a gota d'água
A decisão veio poucos dias depois da derrota para a Bósnia e Herzegovina na repescagem europeia, resultado que deixou a Itália fora do Mundial de 2026. Com isso, a tetracampeã do mundo acumula a terceira ausência consecutiva no principal torneio do futebol.
Pressão por mudanças veio do próprio governo italiano
Gravina estava no comando da federação desde 2018 e vinha sendo alvo de críticas crescentes. A pressão não partiu apenas de torcedores e da imprensa, mas também do governo italiano, que já cobrava mudanças profundas na gestão do futebol no país.
A eliminação acentuou a sensação de declínio da Azzurra no cenário internacional. A última participação da Itália em uma Copa do Mundo foi em 2014, no Brasil, o que amplia o jejum e reforça o momento delicado vivido pela seleção.
Nos bastidores, a renúncia deve dar início a uma reestruturação completa na entidade. Uma assembleia foi convocada para definir o novo presidente, enquanto outras mudanças também são esperadas, incluindo possíveis alterações na comissão técnica.
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