Itaú e ICTi abrem vagas para pesquisadores com bolsas de até R$ 11 mil

Por Layane Serrano 21 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Itaú e ICTi abrem vagas para pesquisadores com bolsas de até R$ 11 mil

O Itaú Unibanco está ampliando sua conexão com o meio acadêmico e oferecendo novas oportunidades para pesquisadores que querem atuar em desafios reais do setor financeiro. Em parceria com o Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), o banco abriu inscrições para dois programas: o Acadêmicos Itaú e o Bolsistas ICTi, com bolsas que podem chegar a R$ 11 mil.

As iniciativas fazem parte de uma estratégia mais ampla da instituição para aproximar ciência e mercado, levando conhecimento técnico e científico para dentro das operações do banco, e, ao mesmo tempo, oferecendo aos pesquisadores experiência prática em projetos de alta complexidade.

“As soluções mais relevantes para o setor financeiro hoje nascem dessa conexão entre academia e empresa. Quando conseguimos transformar pesquisa em aplicação prática, o impacto é direto para o cliente e para a sociedade”, afirma Carlos Eduardo Mazzei, diretor de Tecnologia do Itaú.

Os programas têm formatos distintos, mas complementares, e atendem desde estudantes em formação até pesquisadores mais experientes.

Sobre o Acadêmicos Itaú

O Acadêmicos Itaú é voltado a mestrandos e doutorandos interessados em projetos de curta duração. Com três meses de duração, o programa oferece contratação em regime CLT, com benefícios e atuação híbrida em São Paulo. A remuneração mensal parte de R$ 6.892.

As inscrições para essa edição vão até 12 de abril.

Sobre o Bolsistas ICTi

Já o Bolsistas ICTi tem foco em projetos mais estruturados de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Nesse caso, o modelo é de bolsa de pesquisa, sem vínculo empregatício, com atuação 100% remota. A duração inicial é de 12 meses, podendo chegar a 24 meses.

As bolsas variam entre R$ 4.900 e R$ 11 mil, dependendo do nível de formação e do projeto.

As oportunidades do ICTi são disponibilizadas ao longo do ano, conforme a demanda dos projetos.

Inovação puxada por ciência e dados

Mais do que programas de entrada, as iniciativas refletem uma mudança mais ampla no perfil de talentos buscados pelo setor financeiro. Com o avanço da inteligência artificial, da análise de dados e da engenharia aplicada, bancos passaram a disputar profissionais com forte formação técnica e acadêmica.

Hoje, os projetos envolvem áreas como ciência de dados, matemática, engenharia e tecnologia, campos essenciais para o desenvolvimento de soluções financeiras mais sofisticadas.

Desde a criação do programa Acadêmicos Itaú, mais de 200 pesquisadores já passaram pela iniciativa. No ICTi, há atualmente 83 bolsistas atuando em projetos considerados de alta complexidade técnica.

Para Paola Visani, superintendente de Recursos Humanos do Itaú, a presença desses profissionais tem impacto direto na cultura e nos resultados da empresa.

“Eles trazem pensamento crítico, profundidade analítica e novos repertórios. Isso acelera a inovação e fortalece o desenvolvimento de carreira dentro do banco”, afirma.

Porta de entrada para carreira

Além da experiência prática, os programas também funcionam como porta de entrada para o mercado corporativo, especialmente para quem vem de uma trajetória acadêmica.

Ao lidar com problemas reais de negócio, os participantes ganham repertório aplicado, ampliam networking e aumentam a empregabilidade em áreas estratégicas.

Em um cenário em que empresas buscam cada vez mais profissionais capazes de traduzir conhecimento técnico em soluções concretas, iniciativas como essas tendem a ganhar ainda mais relevância.

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