Se sentir amado faz brasileiro mais feliz, diz estudo

Por Da Redação 21 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Se sentir amado faz brasileiro mais feliz, diz estudo

O que faz alguém ser mais feliz? Segundo o Ipsos Happiness Report 2026, pesquisa que mede os níveis de felicidade da população, os brasileiros são mais felizes quando se sentem amados.

De acordo com o levantamento, 34% dos brasileiros responderam que o sentimento contribui mais para sua felicidade. Em seguida, estão saúde física e mental como fator principal para 31% e relacionamento com a família e filhos para 29%.

A pesquisa foi realizada em 29 países de forma online, entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026. Foram entrevistadas pessoas na Índia, Canadá, República da Irlanda, Malásia, África do Sul, Turquia, Estados Unidos, Tailândia, Indonésia, Singapura e em outros países, incluindo o Brasil, onde foram ouvidas 1.000 pessoas.

Pessoas estão mais felizes em 2026

A pesquisa mostrou que as pessoas no geral estão mais felizes em 2026 do que em 2025. O Brasil está entre os países com maior taxa de felicidade no mundo, com 28% dos entrevistados se classificando como muito felizes e 52%, felizes.

Já 15% dos brasileiros responderam que não se sentem muito felizes, e 5% como nada felizes.

Ao somar quem se declara feliz (80%), o Brasil registrou um aumento de 2 pontos percentuais em relação a 2025.

Pessoas mais ricas tendem a ser mais felizes

O estudo também mostrou o impacto da situação financeira na felicidade das pessoas.

Entre os entrevistados, pessoas com renda mais alta tendem a ser mais felizes (79%) do que as de renda mais baixa (67%).

A situação financeira também foi apontada pelos brasileiros como o principal motor de infelicidade: 54% do entrevistados responderam que esse é o motivo para não se sentirem felizes, assim como a situação habitacional ou condições de vida (27% responderam que esse é o motivo para infelicidade).

Entre outros tópicos que contribuem para a felicidade, aparecem saúde mental e bem-estar (37%).

A pesquisa também realizou o recorte por faixa etária para medir a infelicidade conforme a situação financeira. Os mais afetados são os baby boomers: 68% citaram o motivo para sua infelicidade. Em seguida, aparece a geração X, com 62% das respostas.

Os millenials e a geração Z estão empatados, com 49% dos respondentes cada.

Felicidade cai e diminui ao longo da vida

A pesquisa também mostrou que a felicidade se altera ao longo da vida, começando alta quando as pessoas são jovens, caindo por volta da meia-idade e sendo retomada após os 70 anos.

De acordo com o estudo, os brasileiros que se classificaram como "felizes" ou "muito felizes" entre 50 e 74 anos chega a ser 82% maior do que a média de outras faixas etárias.

Já a Geração Z é a mais triste: 6% do total de jovens nascidos entre 1990 e 2010 afirmaram estar "nada feliz".

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