Vilã em Três Graças, Daphne Bozaski revela como concilia novela e negócio com o marido

Por Daniel Palomares 3 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Vilã em Três Graças, Daphne Bozaski revela como concilia novela e negócio com o marido

Nada de choro ou gracinhas: Três Graças, na Globo, e revela o impacto da personagem em seu dia a dia. Em entrevista à Contigo! Novelas, ela conta como tem sido encarar esse desafio.

Como surgiu o convite para a novela? Eu fiz teste para a Lucélia. Mas quando me ligaram falando sobre a personagem, me disseram que seria muito diferente da Lupita. Fazer uma vilã, trazer essa outra carga é importante para a minha carreira. É um outro momento e, como atores, sabemos como é difícil transitar entre personagens tão diferentes. Fiquei muito feliz e animada. É um lugar novo. Em todas as personagens anteriores eu já chegava chorando e sofrendo e nessa, eu fiz chorar! É um desafio bom.

Qual a sensação de voltar para casa depois de ter feito tantas maldades em cena? Quando eu chego em casa, eu penso: será que vai dar certo isso que eu fiz? Eu ainda estou nesse lugar de experimentação. Eu acho que a sensação que eu tenho é: será que exagerei? Fazer uma maldade consciente a alguém tem muita gente que faz, mas não é algo da minha índole. Às vezes, é algo que pensamos, mas não fazemos.Trabalhar esse lado dissimulado exige muita energia. Eu ainda estou tentando ir devagarinho. Ela não mostra para todo mundo que é má.

Você está no elenco ao lado da Gabi Medvedovsky, sua amiga de Malhação e de As Five. Como é a relação de vocês? A gente se dá muito bem, dentro e fora de cena, desde As Five. São núcleos muito diferentes, mas elas se encontram porque tudo na novela converge. Será que ela vai cometer algum crime? Eu acho que sim! Mas vamos ter que ver se os policiais vão descobrir.

E como é dividir a cena com nomes como o de Miguel Falabella? O Miguel é um ator que vejo desde pequena, eu aprendo muito. Ele sabe muito de texto porque também escreve e dirige, sabe de câmeras, de tudo. Ele viveu muita coisa na Globo. Estou sempre aprendendo com ele e ele está sempre aberto a dar risada, conversar, estar junto. Esse núcleo é muito coletivo, tudo que eu faço interfere neles e eles interferem em mim. Tem sido muito divertido gravar.

Você tem um restaurante em São Paulo ao lado do seu marido. Como está dividindo o tempo entre a cidade e o Rio com as gravações? Restaurante é como um filho. Demora para gestar, criar. O restaurante é o nosso segundo filho. Cada ladrilho envolve muito cuidado. Ir para o Rio gravar é ótimo. Eu gravo muito no meu núcleo na galeria, então eu gravo muito em uma semana e na outra, tenho folga. Consigo me revezar para estar em São Paulo também.

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