A geração do próprio negócio: por que empreender virou meta entre jovens brasileiros

Por Amanda de Lima 1 de Abril de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
A geração do próprio negócio: por que empreender virou meta entre jovens brasileiros

O desejo de empreender tem ganhado força entre jovens brasileiros da geração Z. E esse movimento começa a se refletir tanto em números quanto em histórias individuais.

Uma pesquisa divulgada em 2024 pela Agência Brasil, indica que três em cada dez jovens entre 18 e 27 anos têm como principal objetivo profissional abrir o próprio negócio.

O levantamento também mostra que o nível de escolaridade influencia diretamente esse interesse: quanto maior o nível, mais interesse dos jovens em ter a própria empresa.

Nesse cenário, trajetórias como a de Giulia Ferrara ajudam a dar rosto a uma tendência que atravessa diferentes perfis de jovens no país.

A nova geração do empreendedorismo

Desde cedo, Giulia Ferrara de 17 anos, sempre esteve envolvida no mundo dos negócios. Filha de empresários do ramo da advocacia, a jovem tem se mostrado uma líder nata, desenvolvendo uma mentalidade independente e uma capacidade admirável de resolver problemas.

Giulia Ferrara. (Arquivo Pessoal)

Em 2025, Giulia deu um passo importante na sua jornada profissional ao ingressar no programa NextGen, da Escola de Negócios Saint Paul, que é voltado para jovens com potencial de liderança e interesse em gestão.

A jovem encontrou no programa uma oportunidade de expandir sua visão sobre o mercado de trabalho e os negócios, e foi através dessa experiência que ela descobriu sua verdadeira paixão por desafios empresariais, tanto que conquistou o título de vencedora do business game promovido pela instituição.

Olhando para o futuro

De olho no futuro, Giulia já começa a desenhar seus próximos passos profissionais. Interessada na área de negócios, a jovem tem pesquisado sobre o curso de Administração, enxergando na formação uma base sólida para alcançar cargos executivos.

Nesse processo, a Escola de Negócios Saint Paul se destacou. A instituição chamou sua atenção, especialmente pelo conteúdo acompanhado nas redes sociais, que reforçou a percepção de um ensino alinhado às demandas do mercado atual.

Além da formação técnica, Giulia também vê na graduação uma oportunidade de desenvolver soft skills e adquirir familiaridade com inteligência artificial, competências que considera essenciais para os profissionais do futuro.

“A faculdade Saint Paul está muito preparada para o futuro e possui um modelo de ensino muito completo e interessante” afirma.

Com o desejo de seguir o legado dos seus pais no mundo dos negócios, Giulia está determinada a dar continuidade à empresa familiar e, ao mesmo tempo, sonha em abrir sua própria empresa no futuro.

Seu exemplo de dedicação e liderança serve de inspiração para muitos jovens que, assim como ela, almejam transformar suas paixões em carreiras de sucesso.

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