Ana Hickmann aciona Justiça contra leilão de mansão de R$ 35 milhões e expõe leiloeiro

Por Marcela 25 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Ana Hickmann aciona Justiça contra leilão de mansão de R$ 35 milhões e expõe leiloeiro

A polêmica em torno da famosa mansão de Ana Hickmann em Itu, no interior de São Paulo, acaba de ganhar um novo e decisivo capítulo. De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, a apresentadora protocolou um pedido de suspensão imediata do leilão do imóvel, determinado pela 44ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo.

Entenda a ação judicial e o valor da dívida

O leilão da propriedade, avaliada em R$ 35 milhões e cenário icônico da vida da comunicadora, foi ordenado para quitar uma dívida movida por Danielle Murayama Fujisaki contra a empresa Hickmann Serviços Ltda. O valor do débito em questão ultrapassa os R$ 900 mil.

No último dia 19 de fevereiro, a defesa de Ana Hickmann apresentou embargos à Justiça, apontando uma série de irregularidades no processo.

As alegações de Ana Hickmann: Falha de intimação e “excesso de garantias”

No documento jurídico, a apresentadora sustenta que o leilão deve ser anulado por motivos técnicos e legais. Entre os principais argumentos estão:

Falta de Intimação: Como coproprietária, Ana alega que não foi devidamente intimada sobre a penhora, uma exigência do Código Civil.

Alienação Fiduciária: A mansão estaria alienada ao Banco Daycoval, o que impediria que o imóvel servisse como garantia para esta dívida específica.

Excesso de Garantias: A defesa aponta uma desproporção entre o valor do imóvel (R$ 35 milhões) e o valor da dívida (R$ 900 mil), classificando a situação como um “excesso de garantias”.

Acusações contra o leiloeiro e “pressa injustificada”

A comunicadora também denunciou o que chamou de posturas precipitadas por parte do leiloeiro responsável. Segundo o documento, o profissional teria tentado realizar uma vistoria no imóvel com base em uma ordem judicial inexistente.

Ainda segundo a coluna, para a apresentadora, as condutas revelam uma “pressa injustificada e irregular” para levar o bem à hasta pública, o que, segundo ela, “contamina a conformidade do procedimento e evidenciaria que o caso tem sido marcado por pressões e anormalidades”.

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