Antes da Copa, México quer entrar para o Guinness Book com a 'maior ola do mundo'

Por Mateus Omena 26 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Antes da Copa, México quer entrar para o Guinness Book com a 'maior ola do mundo'

A Cidade do México prepara uma ação para tentar entrar no Guinness Book poucos dias antes da abertura da Copa do Mundo de 2026, que terá o Estádio Azteca como palco da partida entre México e África do Sul, marcada para o dia 11.

A iniciativa foi anunciada pela chefe de governo da capital mexicana, Clara Brugada, que convocou voluntários para participar da mobilização coletiva. O evento ocorrerá na Avenida Paseo de la Reforma e terá ensaios programados a cada 15 minutos, a partir das 9h.

Inicialmente prevista para o dia 31 de maio, a atividade foi remarcada para 6 de junho. Para participar, os interessados precisarão preencher um formulário eletrônico e concluir o credenciamento na chegada ao local, que contará com diferentes pontos de acesso.

“O objetivo é fazer história, estabelecendo o recorde mundial oficial do Guinness para a maior onda humana do mundo. A Onda Chilanga visa reunir milhares de pessoas em uma ação coletiva massiva e perfeitamente sincronizada, transformando-se em uma espetacular maré humana que fluirá pela Avenida Paseo de la Reforma até a Fuente de la República (Fonte da República), também conhecida como Caballito de Sebastián (Cavalo de Sebastião), no cruzamento da Paseo de la Reforma com a Avenida de la República. O evento se tornará uma celebração da inclusão, da fraternidade e da diversidade. Assim, a metrópole acolhe visitantes de todos os países, culturas, identidades de gênero e comunidades urbanas. Participantes locais e internacionais, famílias inteiras, pessoas com deficiência, comunidades indígenas e a comunidade LGBTQ+ demonstrarão mais uma vez ao mundo que a Cidade do México é um espaço seguro e acolhedor. Juntos, numa celebração que apaga todas as fronteiras”, informa a descrição publicada no site do Governo da Cidade do México.

40 anos de tradição

Segundo a administração local, a chamada “ola” surgiu durante a Copa do Mundo de 1986, realizada no México. Por isso, o evento também marca os 40 anos da manifestação coletiva associada aos estádios de futebol.

Os organizadores informaram que será proibida a entrada com faixas, lonas e materiais de publicidade ou promoção comercial. Em contrapartida, os participantes poderão utilizar camisetas, uniformes, acessórios e itens que representem escolas, coletivos, profissões ou expressões artísticas.

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