As bolsas que os jogadores levaram para a Copa do Mundo 2026

Por Gustavo Frank 12 de Junho de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
As bolsas que os jogadores levaram para a Copa do Mundo 2026

Antes do primeiro apito da Copa do Mundo, o torneio já tinha uma disputa paralela. Enquanto as seleções chegavam ao México, aos Estados Unidos e ao Canadá com uniformes oficiais e volumes de bagagem acima da média, os jogadores desciam as escadas dos aviões carregando bolsas que, somadas, valeriam o salário anual de um clube inteiro. Birkins raras, duffles de couro trançado, Keepalls em monograma espelhado e mais.

Eberechi Eze (Inglaterra)

Eberechi Eze com Burberry Holdall xadrez (Reprodução/Instagram/Arsenal)

O inglês, embaixador da Burberry, saiu de Luton para seu último compromisso antes da Copa com uma Burberry Holdall xadrez do tamanho do próprio torso, avaliada em cerca de R$ 17.100. A bolsa é feita em lona com o xadrez house check da marca, acabamento em couro e dimensões generosas o suficiente para uma viagem de vários meses. Para quem assina contratos de embaixador, a escolha dificilmente é por acaso.

David Alaba (Áustria)

David Alaba com a Chanel Large Shopping Bag (Reprodução/Instagram)

O capitão da seleção austríaca chegou ao torneio com uma Chanel Large Shopping Bag em couro grainado preto e ferragens douradas, da coleção Métiers d'art 2026, avaliada em cerca de R$ 60.500. A peça tem fecho CC em metal dourado, alças duplas em couro e dimensões de 33 por 43 por 17 centímetros, dentro de uma coleção que a própria Chanel descreve como "selvagem, caprichosa, preciosa e cotidiana".

Erling Haaland (Noruega)

Erling Haaland exibindo a Hermès HAC Birkin 50 "Endless Road" em registro nas redes sociais (Reprodução/Instagram)

Haaland apareceu com uma das peças mais comentadas do grupo. A Hermès HAC Birkin 50 "Endless Road" é uma colaboração com o artista David Hockney, com pintura em aerógrafo sobre couro que traz uma paisagem de estrada americana em cores saturadas. É essa estética pop art que triplica o valor de revenda da bolsa nos leilões. A versão azul chega a cerca de R$ 222.600 em casas como a Sotheby's.

Lamine Yamal (Espanha)

Lamine Yamal com a Shopping Bag da Chanel (Reprodução/Instagram)

Yamal, que acumula pressões sobre wingbacks na Copa e sobre a Chanel para lançar uma linha masculina digna do nome, chegou com uma Shopping Bag da maison francesa de cerca de R$ 45.800, combinada com uma jaqueta texturizada da mesma marca. A bolsa em couro matelassê com corrente dourada entrelada é um dos modelos mais reconhecíveis do catálogo atual da grife.

Leon Goretzka (Alemanha)

Goretzka optou pela Bottega Veneta: uma duffle bag em Intreccato, o couro trançado que a marca italiana criou nos anos 1970 e que nunca saiu de produção. O modelo tem capacidade para 50 centímetros de comprimento na base, grande o suficiente para carregar um troféu, por cerca de R$ 32.300. É uma das silhuetas mais antigas e mais copiadas do mercado de bolsas de luxo masculinas.

Neymar Jr. (Brasil)

Neymar com Keepall Bandoulière da Louis Vuitton (Reprodução/Instagram)

Neymar foi na direção oposta ao clássico: sua Keepall Bandoulière da Louis Vuitton é amarela canário, com um dinossauro pendurado como charm, ao custo de cerca de R$ 37.000. O modelo segue a estrutura cilíndrica tradicional da linha, mas no colorway que a própria LV chama de "Jaune Fluo", um dos mais exuberantes do catálogo atual.

Kylian Mbappé (França)

Mbappé com A5 Triangle Pouch da Christian Dior (Reprodução/Instagram)

Mbappé se apresentou com uma A5 Triangle Pouch da Christian Dior de cerca de R$ 8.200. A pochete triangular em couro liso com o logo CD em metal é um dos modelos de entrada da linha masculina da maison, pensado para funcionar tanto como bag quanto como carteira de viagem.

Jules Koündé (França)

Jules Koündé com Reporter Bag vintage da Louis Vuitton (Reprodução/Instagram)

Koündé levou uma Reporter Bag vintage da Louis Vuitton de cerca de R$ 5.200, modelo criado originalmente para jornalistas que precisavam encaixar gravadores e computadores em bagagem de mão.

Ollie Watkins (Inglaterra)

Ollie Watkins com Hermès Birkin HAC 50 em couro bege areia (Reprodução/Instagram)

Watkins chegou com uma Hermès Birkin HAC 50 em couro bege areia que pode chegar próxima a R$ 274.000. O "50" no nome indica os 50 centímetros de comprimento na base, tornando-a uma das versões com mais capacidade entre as Birkins disponíveis. O acabamento em couro Togo, granulado e resistente a arranhões, é um dos mais procurados entre colecionadores da peça.

Maximilian Beier (Alemanha)

Maximilian Beier com Goyard Boston 50 (Reprodução/Instagram)

Beier, na primeira Copa da carreira, chegou preparado com uma Goyard Boston 50 em monograma chevron marrom chocolate, por cerca de R$ 20.800. A Goyard é uma das poucas casas de viagem parisienses que ainda recusam a venda online, mantendo distribuição exclusiva em boutiques físicas. O chevron, estampa desenvolvida pela marca em 1892, aparece aqui na versão marrom sobre fundo bege, uma das combinações mais clássicas do catálogo.

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