As piores defesas da história das Copas do Mundo
A história da Copa do Mundo Fifa também é marcada por campanhas traumáticas. Enquanto algumas seleções ficaram eternizadas por títulos e atuações históricas, outras entraram para os livros do torneio pelas defesas frágeis e pelas goleadas sofridas ao longo da competição.
O recorde negativo pertence a duas equipes: Coreia do Sul, na edição de 1954, e Arábia Saudita, em 2002. Ambas sofreram 16 gols em apenas uma Copa do Mundo, o maior número já registrado em uma única edição do torneio.
A campanha sul-coreana em 1954 foi especialmente dura. A equipe perdeu por 9 a 0 para a Hungria e depois foi derrotada por 7 a 0 pela Turquia. Na época, o formato da competição era mais curto, o que torna o número ainda mais impressionante: foram 16 gols sofridos em apenas dois jogos.
Já a Arábia Saudita viveu um cenário semelhante na Copa do Mundo Fifa de 2002. A equipe estreou levando 8 a 0 da Alemanha, sofreu mais três gols contra a Irlanda e fechou a participação com derrota por 5 a 0 diante da Camarões.
Outras seleções também aparecem na lista das defesas mais vazadas da história das Copas. El Salvador, em 1982, e Coreia do Norte, em 2010, sofreram 14 gols cada.
No caso salvadorenho, a campanha ficou marcada pela goleada de 10 a 1 sofrida para a Hungria, que até hoje é a maior goleada da história das Copas do Mundo.
Com 13 gols sofridos aparecem México em 1930, Zaire em 1974, Bulgária em 1966 e Escócia em 1954.
Muitas dessas campanhas aconteceram em períodos de grande desigualdade técnica entre as seleções. Em várias edições antigas da Copa, equipes sem experiência internacional enfrentavam potências consolidadas do futebol mundial, o que frequentemente resultava em goleadas históricas.
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