As três lições do CEO Belron Group sobre liderança que todo gestor precisa dominar

Por Gabriella Uota 7 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
As três lições do CEO Belron Group sobre liderança que todo gestor precisa dominar

Durante anos à frente da Ambev e depois como CEO global da AB InBev, Carlos Brito construiu uma visão de liderança que foge do estereótipo do chefe controlador ou do executivo genial que decide tudo sozinho.

Para ele, liderar é, antes de qualquer coisa, reconhecer que nenhum resultado relevante é alcançado sem um time — e que a qualidade desse time define o sucesso ou o fracasso de qualquer meta ambiciosa.

Em um cenário em que empresas cobram cada vez mais resultado, velocidade e colaboração, a ideia de liderança baseada apenas em autoridade perdeu espaço.

Para um dos executivos mais influentes da história recente do capitalismo global, liderar é uma habilidade prática — construída no dia a dia — e sustentada por três princípios fundamentais. Eles ajudam a formar times fortes, tomar decisões melhores e alcançar resultados de forma consistente.

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1. Liderar é entregar resultado com o time — nunca sozinho

Para Brito, liderança só existe porque existe um time. Nenhuma meta relevante é alcançada individualmente. O bom líder é aquele que entrega resultados acima da média, de forma consistente, e melhor do que a concorrência — sempre com pessoas ao seu redor.

Isso exige foco na construção do time: atrair talentos, contratar bem, dedicar tempo a orientar, dar feedback e fazer coaching. Liderar não é apenas executar, mas investir no desenvolvimento das pessoas, inspirando-as a ir além do que elas mesmas acreditam ser capazes de fazer.

2. Autonomia é essencial — e o líder não pode ser o gargalo

Um dos maiores erros de liderança, segundo Brito, é o excesso de centralização. O líder que acredita que tem todas as respostas e que tudo precisa passar por ele acaba destruindo a dinâmica de um time talentoso.

Pessoas de alto desempenho precisam de liberdade para criar, testar ideias, desafiar decisões e propor caminhos diferentes. Para isso funcionar, o líder deve criar um ambiente seguro, onde as pessoas não tenham medo de errar e se sintam ouvidas. Autonomia não significa ausência de direção, mas espaço real para contribuição.

3. Errar faz parte do aprendizado — e da alta performance

Para explicar a importância do risco, Brito recorre a uma metáfora simples de que ninguém aprende a andar de bicicleta sem cair. Cair, ralar o joelho e levantar faz parte do processo. Evitar a queda é, na prática, impedir o aprendizado.

Nas empresas, a lógica é a mesma. Times precisam testar, prototipar e assumir riscos. Eventualmente, vão errar. O papel do líder é garantir que o erro gere aprendizado e que o próximo teste seja melhor.

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