Ator desabafa sobre drama com doença e risco de transplante

Por Marcela 6 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Ator desabafa sobre drama com doença e risco de transplante

O ator e produtor Léo Fuchs usou suas redes sociais nesta quinta-feira (5/3) para compartilhar um relato emocionante e preocupante sobre sua saúde. Diagnosticado com hepatite A, o artista revelou que enfrentou momentos críticos, chegando a correr o risco de precisar de um transplante de fígado devido a uma complicação rara da doença.

O início dos sintomas e diagnóstico nos EUA

Em um vídeo detalhado, Léo contou que os primeiros sinais surgiram no final de janeiro, enquanto estava em Miami.

“Eu tô com hepatite e vou contar um pouquinho como esse processo aconteceu. No final do mês, lá pro dia 25 de janeiro, tava me sentindo esquisito, cansado. E aí, Gustavo, meu digníssimo noivo, foi me encontrar me Miami. No dia seguinte, ele colocou a mão em mim e falou ‘você tá pelando de febre’“, lembrou o ator.

Após um diagnóstico inicial equivocado em um pronto-socorro americano, os sintomas se agravaram. “Dois dias depois, percebi que as minhas fezes ficaram claras, meu xixi começou a ficar alaranjado forte e eu comecei a ficar amarelo”, enumerou.

Ao consultar um médico brasileiro, veio a confirmação: “Fiz os exames e deu que estava com hepatite A. Na mesma hora, peguei o avião e voltei pro Brasil”, afirmou.

Risco de hepatite fulminante e internação

O que parecia um quadro controlável evoluiu para o que os médicos chamam de “second hit”, quando a doença retorna com agressividade. Léo precisou ser internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro.

“Descobri que, pelas taxas que eu estava, existia a possibilidade de uma hepatite fulminante que poderia levar à perda da função do fígado e até a necessidade de um transplante. Quando entendi isso, foi um baque enorme”, observou.

O contágio e a solidão no hospital

Léo Fuchs aproveitou para explicar como funciona a transmissão da doença, que ocorre via oral-fecal (água ou alimentos contaminados). “Não é uma coisa de espirrar e passar para o outro. É um vírus que se pega pela água ou por alimentos contaminados. Ou seja, quando você está sintomático — amarelado, com cansaço, enjoo — você já não está transmitindo”, pontuou.

O ator também fez um desabafo sincero sobre o afastamento de pessoas queridas durante o período de internação. “Gostaria de dividir a solidão que é estar num hospital. Logo eu, uma pessoa cheia de amigos, que faz festa pra 400 pessoas, popular. Em momentos esquisitos, as pessoas somem, desaparecem. Pessoas próximas picam mula. Não fiquei decepcionado, mas alerta”, declarou.

Estado de saúde atual e alerta sobre vacinação

Apesar de ter recebido alta, Léo Fuchs continua em repouso e sob monitoramento constante, já que suas taxas hepáticas permanecem elevadas. Ele finalizou com um conselho vital para seus seguidores:

“Fica o alerta que a gente tem que cuidar da gente. Vacine-se. Se eu tido a vacina da hepatite A, provavelmente não estaria passando por isso. Eu sei que vai passar. Mas essa experiência mudou muito a minha forma de ver a vida”, concluiu.

Um post compartilhado por Léo Fuchs (@leo_fuchs)

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