Billie Eilish revela esforço diário para controlar síndrome de Tourette

Por Maria Luiza Pereira 7 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Billie Eilish revela esforço diário para controlar síndrome de Tourette

Billie Eilish voltou a falar abertamente sobre sua convivência com a síndrome de Tourette. Em entrevista ao podcast de Amy Poehler, a cantora afirmou que faz “tudo o que pode” para suprimir os tiques enquanto participa de entrevistas e aparições públicas.

Cantora lida com a síndrome desde criança

Diagnosticada aos 11 anos, Billie explicou que seus tiques são principalmente vocais, mas também envolvem movimentos físicos constantes. Segundo a artista, o esforço para controlar esses comportamentos acontece durante todo o tempo em que está diante das câmeras.

A cantora contou que, ao fim das entrevistas, costuma “liberar” os tiques que ficou reprimindo. Ela também comentou que muitas pessoas não percebem o quanto esse processo é desgastante física e mentalmente.

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Tiques são como 'pensamentos intrusivos'

Durante a conversa, Billie comparou a experiência da síndrome de Tourette a pensamentos intrusivos que precisam ser externalizados. A artista ainda afirmou que tenta evitar que os tiques sejam vistos como distração durante conversas públicas e gravações.

Essa não é a primeira vez que Billie aborda o tema. Em 2022, ela já havia falado sobre a condição em entrevista para David Letterman, revelando que algumas pessoas interpretavam seus tiques como piadas ou gestos performáticos, algo que a deixava profundamente incomodada.

Nos últimos anos, a artista se tornou uma das figuras mais conhecidas do entretenimento a discutir publicamente a síndrome de Tourette.

O que é a síndrome de Tourette?

A Síndrome de Tourette é um distúrbio neurológico caracterizado pela presença de tiques motores e vocais involuntários, que podem variar em intensidade e frequência ao longo da vida. Os sintomas costumam surgir ainda na infância e incluem movimentos repetitivos, sons, palavras ou impulsos difíceis de controlar.

Embora muitas pessoas associem a condição apenas a casos mais extremos vistos na televisão, a maioria dos pacientes apresenta manifestações mais sutis. O tratamento pode envolver acompanhamento psicológico, terapias comportamentais e, em alguns casos, medicação para reduzir o impacto dos sintomas na rotina.

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